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103 anos do ‘Quebra’ são marcados por apresentações culturais

31/01/2015 15:32

 

Ascom/Fmac

Divulgação
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Comunidades tradicionais de matriz africana e grupos culturais afro-brasileiros se preparam para mais uma edição do projeto Xangô Rezado Alto. A ação marca os 103 anos do episódio que ficou conhecido como ‘Quebra de Xangô’ – quando, em 1912, casas de culto afrorreligiosos de Maceió foram invadidas e destruídas. Em celebração à memória desse momento histórico, integrantes de comunidades de terreiro, artistas, simpatizantes e grupos culturais ligados à temática afro-brasileira participam de um grande cortejo pelas ruas do Centro da cidade, além de vasta programação cultural, nos dias 1º e 2 de fevereiro.

O Xangô Rezado Alto é uma realização da Prefeitura de Maceió, por meio da Fundação Municipal de Ação Cultural (Fmac), em parceria com a Rede Alagoana de Comunidades Tradicionais de Terreiro e apoio da Universidade Estadual de Alagoas (Uneal).

As homenagens começam no domingo, 1º de fevereiro, com a edição especial do projeto Giro dos Folguedos reunindo grupos representantes da cultura afro-brasileira para apresentações na orla de Maceió. As exibições acontecerão a partir das 16h, na Rua Fechada, na Pajuçara.

O Giro dos Folguedos Afro-brasileiro reunirá os grupos: Afoxé Odô Iyá, Maracatu Raízes da Tradição, Afoxé Ofá Omin, Grupo de dança do GUESB, Bumba Meu Boi Vingador e Águia, Maculelê Yá Capoeira, Taieiras Alagoanas, Povo de Exu e Grupo de Capoeira Lua de São Jorge.

A celebração à memória do ‘Quebra’ tem seu ápice na segunda-feira (2), quando um grande cortejo cultural percorrerá o Centro de Maceió, com o objetivo de chamar a atenção da sociedade para o episódio histórico e mostrar que não há mais espaço para a intolerância. A concentração dos grupos acontece na Praça D. Pedro II, a partir das 14h; às 15h, os participantes seguem em caminhada pela Rua do Sol até a Praça Marechal Floriano Peixoto.

A partir das 16h30, no palco montado na Praça Floriano Peixoto, as atividades seguem com momento solene em memória do Quebra e mostra da cultura afro-brasileira produzida na capital, com os grupos Afoxé Ofá Omin, Grupo de Dança do Grupo União Espírita Santa Bárbara (Guesb), Afoxé Ojun Omin Omorewá, Coletivo AfroCaeté, Orquestra de Tambores e Afoxé Odô Iyá.

 

Extraído do site Primeira Edição/Maceió-AL
http://primeiraedicao.com.br/noticia/2015/01/31/103-anos-do-quebra-sao-marcados-por-apresentacoes-culturais

About The Author

Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Ilé Asé Omin Oiyn, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Hoje, é editor do Jornal Awùre. Diretor Financeiro da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. Colabora com a assessoria de comunicação do PPLE - Partido Popular da Liberdade de Expressão Afro-Brasileira. É sócio diretor na agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras.

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