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A edição do Dida Afro de Junho presta homenagem a Benin e Cabo Verde nos dias 17 e 18

 

As iguarias de Benin e Cabo Verde são as estrelas do Dida Afro de junho, que acontece sempre na terceira semana de cada mês – sábado e domingo, na Praça da Bandeira. Tem o intuito de realizar uma grande invasão afro no Rio. E a cada edição um pais africano é homenageado.

Dida dessa vez convidou dois estudantes para representar seus países de origem, promovendo um grande intercâmbio cultural gastronômico. A inspiração veio do I Encontro Celebrando a África Comendo Cultura, elaborado pelo curso de gastronomia e parceria com o restaurante universitário da UFRJ, em comemoração pelo Dia da África, com alunos e professores da UFRJ, onde a chef Dida estava como ouvinte, ficou tão encantada com o encontro que resolveu estender a homenagem aos países africanos e convidou Elodie Lokossou, de Benin e Ernani Morais, que é cabo-verdiano, e com eles, traz quitutes tradicionais para o encontro.

Dida com os alunos africanos

Funciona assim:  entradinha + prato principal + sobremesa, por R$ 49.00

  • O sábado (17) será dedicado a Cabo Verde – e Ernani Morais montou o cardápio, abre com a entradinha Xerém, que é com canjiquinha, cebolinha, salsinha, alho poró, pimentão vermelho e amarelo, cebola roxa e azeite. Seguido do prato principal: Katchupa, prato típico, elaborada com vários tipos de carne de porco, que ganha reforço com feijão, milho e legumes.
  • Há também a opção da Katchupa Vegetariana, sem as carnes, que também é ótima pedida.
  • Ou ainda Guisod d’ karne d’boie, elaborado carne bovina, inhame, batata inglesa, cenoura, mandioca, cebola, alho, pimenta do reino, coentro, cebolinha, tomate molho e pimentão. De sobremesa: Pudim d’ kéje e kreme de goiava (pudim de leite com creme de goiaba). Hummmm, é uma sabor incrível.   
  • Já o domingo (18), predominam as delícias de Benin, elaborados por Elodie Lokossou, para começar, entradinha com o Couscous Créol (derivado do couscous marroquino) temperado com moela. O prato principal é o Djèwo ou Amiwo:  é uma massa de farinha de molho acompanhado de molho feito à base de cebola e tomate e frango assada + pimenta.  Ou a opção Èba –  feito à base de farinha de mandioca temperado acompanhado de molho feito com cebola e tomate + frango assado e pimenta. De sobremesa: cocada angolana.

Sabores diferentes e incríveis, e quem disse que acabou?

Mufete. Foto de Fabiana Cavalcante
  • A chef Dida selecionou o Mufete para o sábado e domingo (17 e 18). Prato tradicionalmente consumido em Luanda. Preparado com peixe assado, acompanhado de molho vinagre de cebola, além de feijão de óleo de palma, mandioca, batata doce e farofa. Por R$ 79,00 / para 2 pessoas. 
DJ Bieta

E como essa edição vem especial, a DJ Bieta assina o som dessa fusão cultura. É no domingo (18), marca presença das 16h às 20h.  Pesquisadora das culturas de matrizes afro-brasileiras e africanas, transita pelos sons da África Diáspora desde as batidas de raiz da música negra de todo o mundo até as letras e rimas dos clássicos da MPB “Música Preta Brasileira”.

O feriado promete sabores aprazíveis e descobertas musicais muito interessantes.

Dida Bar e Restaurante

Rua Barão de Iguatemi, 408 / Praça da Bandeira
Telefone: 2504 0841

Aberto de: terça e quarta: das 12h até 0h / quinta, sexta e sábado: das 12h até 0h. E domingo: das 12h até 20h

Formas de Pagamento: Cartões de débito: Visa e Mastercard
Cartão de Credito: Visa e Mastercard / Ticket Restaurante / Sodexo / Alelo

Capacidade: 40 lugares (sentados)​

 

Fonte: ASCOM

Rozangela Silva
Sócia Diretora
Bi & Ro Assessoria de Comunicação 
Telefone: 21 2508 6245 / 21 3026 7242
Celular: 21 99998 1802
Endereço: Av. Rio Branco, 120 / Sala 608 Centro – RJ

About The Author

Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Asé Omin Oiyn Ilè, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho - Miguel Couto - RJ. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Exerce o cargo de Diretor de Cultura e Comunicação da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. É proprietário da agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras. É editor responsável pelo jornal web Awùre – http://www.awure.jor.br – veículo que aglutina os momentos mais importantes da cultura e religiosidade afro-brasileira.

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