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A irrealidade de um presidente: Ex-mulher garante que Fernando Collor é aficionado por magia negra

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Euler de França Belém

Edição 2054

 

O ex-presidente Fernando Collor não discute o assunto. Mas há muito comenta-se que a­precia, ou apreciava, magia negra. “Ao longo de todo o tempo em que estivemos casados, Fernando se dedicou a ri­tuais de magia negra”, garante Ro­sane Malta no livro “Tudo o Que Vi e Vivi” (Leya, 222 páginas).

Certa vez, logo depois de casados, Fernando Collor teria levado Rosane Malta a um terreiro. “Fomos a um pai de santo que bebeu umas coisas esquisitas, disse algumas palavras e determinou um dia que não tivéssemos ‘contato’, ou seja, não poderíamos ter relações sexuais. Fomos proibidos, também, de comer carne por um dia. Eu segui as orientações”.

Depois o casal descobriu Mãe Cecília, “a mãe de santo mais conhecida de Alagoas”. “Íamos ao terreiro mais ou menos uma vez por mês, mas, sempre que queria algo, Fernando ligava para a mãe de santo e ela dizia o que precisava ser feito para atingir seus objetivos. Dali [era governador de Alagoas] até a eleição para a Presidência, Fernando não vivia sem as orientações daquela mulher. Usava até as cores de roupa escolhidas por ela. No dia da posse, ele subiu a rampa do Palácio do Planalto vestindo branco por determinação dela. A Mãe Cecília também passou a frequentar o Palácio, aonde ia para receber entidades (os espíritos) que falavam com o presidente.”

Na campanha presidencial de 1989, quando Silvio Santos apareceu bem nas pesquisas, Mãe Cecília foi convocada para “ajeitar” as coisas. “Meu marido pediu pra mãe de santo que empregasse todos os meios para barrar seu adversário. (…) Cecília fez um trabalho que consistia em colocar uma espécie de amuleto, que eles chamavam de azougue, dentro da boca de sete defuntos recém-enterrados no cemitério”, revela Rosane Malta. A Justiça impugnou a candidatura de Silvio Santos.

“Cecília me contou que, certa vez, fez um trabalho para Fer­nando envolvendo fetos humanos. Ele pegou filhas de santo grávidas, fez com que abortassem e sacrificou os fetos para dar às entidades”, conta Rosane Malta. A mãe de santo matava búfalos, macacos, bodes e galinhas. “Quanto maior o animal, mais caro ficava. Muitas vezes, Fer­nando pagava os trabalhos em dólar. Ele gastava muito, muito mesmo com aquelas práticas.”

 

 

Extraído do site do Jornal Opção
http://www.jornalopcao.com.br/colunas-e-blogs/imprensa/ex-mulher-garante-que-fernando-collor-e-aficionado-por-magia-negra-20745/

About The Author

Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Asé Omin Oiyn Ilè, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho - Miguel Couto - RJ. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Exerce o cargo de Diretor de Cultura e Comunicação da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. É proprietário da agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras. É editor responsável pelo jornal web Awùre – http://www.awure.jor.br – veículo que aglutina os momentos mais importantes da cultura e religiosidade afro-brasileira.

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