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À MODA DE IEMANJÁ!

Por Sarah Falcão | 11 de December, 2015  
Trocando em Miúdos | foto: Andrea Rego Barros
Trocando em Miúdos | foto: Andrea Rego Barros
No réveillon, é tradição jogar barquinhos com flores, sabonetes e velas ao mar como oferenda a Iemanjá. O costume vem do Candomblé, para que todos os problemas sejam levados ao fundo do mar e devolvidos em forma de ondas. A Rainha do Mar, também conhecida por sua vaidade, foi fonte de inspiração para as marcas Trocando em Miúdos e Colombina se juntarem para criar uma coleção cápsula de roupas e acessórios feita especialmente para a virada do ano.
Colombina | foto: Jonathan Wolpert
Colombina | foto: Jonathan Wolpert
Colombina | foto: Jonathan Wolpert
Colombina | foto: Jonathan Wolpert
“De um modo geral, Iemanjá, representa a grande mãe – é fonte de toda a vida e, por isso mesmo, Senhora das Águas. Ela representa o poder criador feminino, algo que tem muita relação com o que acreditamos e tentamos vivenciar todos os dias no nosso trabalho”, conta a designer Juliane Miranda, da Trocando em Miúdos. A Colombina, marca criada em 2012 que produz fantasias e alegorias de Carnaval, trocou o “a-lala-ô” por vestidos cheios de detalhes artesanais e bordados com brilhos, cascalhos, búzios e pérolas. Ou seja, nas palavras de Lúcia Nunes, sócia da Colombina, roupas para deixar para trás velhos conceitos e abrir espaços para o novo e boas energias. O resultado dessa parceria está à venda na loja Trocando em Miúdos do Parnamirim (Recife).
Trocando em Miúdos | foto: Andrea Rego Barros
Trocando em Miúdos | foto: Andrea Rego Barros
 
Trocando em Miúdos | foto: Andrea Rego Barros
Trocando em Miúdos | foto: Andrea Rego Barros
 
Trocando em Miúdos | foto: Andrea Rego Barros
Trocando em Miúdos | foto: Andrea Rego Barros
11377125_649017461899016_1260420380421527148_n logo_barra logo-uol-3 Extraído do suplemento TAG IT do Jornal NE10, no portal UOL http://portaltagit.ne10.uol.com.br/moda/31976/a-moda-de-iemanja/

About The Author

Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Asé Omin Oiyn Ilè, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho - Miguel Couto - RJ. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Exerce o cargo de Diretor de Cultura e Comunicação da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. É proprietário da agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras. É editor responsável pelo jornal web Awùre – http://www.awure.jor.br – veículo que aglutina os momentos mais importantes da cultura e religiosidade afro-brasileira.

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