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Afoxé Povo de Exu lança clip no próximo dia 8 de novembro

Grupo objetiva desmistificar o preconceito e a intolerância racial, por meio da dança

Olívia de Cássia – Primeiro Momento 18 Outubro de 2015 – 15:02

 

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Foto: Assessoria

Grupo Povo de Exu tem como foco desmistificar o preconceito, a intolerância racial, religiosa, e ainda mais: espalhar a alegria do orixá Exu em suas danças, batuques, cantos, e santos

No próximo dia 8 de novembro o gruo cultural Afoxé Povo de Exu faz o lançamento com festa de seu segundo clip, a partir das 14h e promete trazer muita festa, alegria, e axé a todos os que estiverem presentes, sejam do candomblé ou não.

O lançamento do clip será no terreiro de Jurema Maria do Acaes, no loteamento Bela Vista 2, no Benedito Bentes II, sede do afoxé. O grupo existe desde 2013 e tem o objetivo de desmistificar o preconceito e a intolerância racial, por meio da dança; tem em média 35 componentes, duas músicas gravadas, um clip lançado pela Panan Filmes, e várias apresentações na sua bagagem.

Segundo Luana Costa Obá Orun Aràn, o Povo de Exu vem às ruas “com uma linguagem de revolução cultural introduzindo a dança, a música e as culturas populares do povo de terreiro para os palcos e ruas maceioenses de forma ousada, legitimamente alagoana”, comenta.

Além disso, o Povo de Exu tem como foco desmistificar o preconceito, a intolerância racial, religiosa, e ainda mais: espalhar a alegria do orixá Exu em suas danças, batuques, cantos, e santos.

Luana Costa conta que em meados de 2013 o afoxé Povo de Exu começou suas atividades com as oficinas de percussão no ilê axé Legionirê, casa religiosa de matriz africana que fica em uma das maiores periferias de Maceió, o Benedito Bentes.

As primeiras oficinas tiveram tanto êxito que em pouco tempo o afoxé já estava pronto pra ir às ruas, com uma percussão originalmente afro, vinda dos tambores sagrados dos terreiros bantus. O repertório é de músicas próprias, que em sua maioria são de autoria de Luana Costa, que também é filha do terreiro e moradora da comunidade.  As aulas são voltadas à comunidade de forma gratuita, agrupadora.

“Nosso corpo de dança foi e ainda é formado pela dançarina, coreógrafa, e educadora popular especializada em dança afro Leide Serafim. Os ensaios acontecem as terças e quintas a partir das 18h em nossa sede, e o nosso grupo está aberto a todos os que estiverem abertos a celebrações”, comenta Luana. Mais informações sobre o grupo na Rua do Xangô nº 118, Loteamento Bela Vista 2, Benedito Bentes 2. Fone: 98866-7196/ 98866-5678. Presidente e diretor: Manoel de Xoroquê.

 

Extraído do site do Jornal Tribuna Hoje / Alagoas
http://www.tribunahoje.com/noticia/158082/entretenimento/2015/10/18/afoxe-povo-de-exu-lanca-clip-no-proximo-dia-8-de-novembro.html

About The Author

Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Asé Omin Oiyn Ilè, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho - Miguel Couto - RJ. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Exerce o cargo de Diretor de Cultura e Comunicação da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. É proprietário da agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras. É editor responsável pelo jornal web Awùre – http://www.awure.jor.br – veículo que aglutina os momentos mais importantes da cultura e religiosidade afro-brasileira.

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