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Afro Circo estréia espetáculo – “Gênesis, o Mix da Criação” – Teatro Carlos Gomes

Por Ricky Rocha –

 

1 de abril de 2016

 

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De 1º de abril até 22 de maio, companhia circense do AfroReggae apresenta espetáculo sobre a criação do mundo segundo mitologia Iorubá.

Os mitos de todas as civilizações oferecem um número ilimitado de respostas aos mistérios da vida. Ouve-se a mesma narrativa contada sob diferentes olhares e a ciência tenta explicar o que as religiões proclamam desde o início dos tempos, o início da vida.

“Gênesis, o Mix da Criação”, conta a história da criação do mundo pelo olhar dos Iorubás, cuja mitologia influenciou o nascimento de várias religiões, entre elas, o Candomblé, no Brasil.

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Segundo a lenda, quando o Deus supremo Olorum criou o universo, ele jogou na terra cinco galinhas-d’angola e mandou que elas ciscassem, para separar os cinco continentes. Os Orixás, em festa, tomaram conta do planeta e criaram todas as coisas e os seres humanos. Assim narra a tradição e daí teve início a viagem que uniu a África ao Brasil.

Em cena, os orixás e as yabás dão vida ao espetáculo, que vai do clássico ao contemporâneo e confere à arte circense o inconfundível gingado brasileiro utilizando símbolos e elementos cotidianos da nossa cultura.

O condutor desta viagem em forma de espetáculo é ninguém menos que Benjamim de Oliveira, o primeiro palhaço negro do Brasil. E, é ele que nos guia entre luz, cores e movimentos para a explosão de cosmos do nascimento da vida.

Desta forma, o espetáculo inova ao abrir mão de elementos clássicos do circo para dar lugar a mitologia africana e um personagem que quebra o padrão de palhaços tradicionais vestidos de cetim. O Benjamim de Oliveira do espetáculo atua como maestro de uma odisseia.

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Sobre o Afro Circo

A história do Afro Circo começa em 1996, em Montreal, quando José Júnior, Coordenador Executivo do AfroReggae, conhece Guy Laliberté, fundador do Cirque du Soleil, no Seminário sobre Movimento Popular.

A ideia inicial era de levar oficinas de circo para Vigário Geral, na Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro. Entretanto, havia um grande interesse em trabalhar no Cantagalo. Então, as primeiras cambalhotas foram dadas na favela da Zona Sul carioca.

Com o tempo e muita dedicação, talentos foram revelados pelo Afro Circo, que até hoje segue exportando artistas para companhias circenses de todo mundo como o Cirque du Soleil, RinglingBros, entre outros.

 

Serviço

Estreia: Dia 1º de abril.

Temporada: 1º de abril a 22 de maio, aos sábados e domingos.

Horário: Sextas às 20h / Sábados às 16h e 20h / Domingos às 18h.

Local: Teatro Carlos Gomes – Praça Tiradentes, s / nº – Centro.

Duração: 1h.

 

Ingressos:

R$ 30,00 vendas na bilheteria do Teatro Carlos Gomes e pelo site

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Extraído do site Live Entretenimento
http://www.liveentretenimento.com/afro-circo-estreia-espetaculo-genesis-o-mix-da-criacao-teatro-carlos-gomes/

About The Author

Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Asé Omin Oiyn Ilè, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho - Miguel Couto - RJ. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Exerce o cargo de Diretor de Cultura e Comunicação da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. É proprietário da agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras. É editor responsável pelo jornal web Awùre – http://www.awure.jor.br – veículo que aglutina os momentos mais importantes da cultura e religiosidade afro-brasileira.

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