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Albinos são mortos para que feiticeiros façam poções da sorte com ossos

Yahoo Notícias13 de abril de 2017

Albinos em vários países africanos há muito tempo foram caçados, atacados e até mesmo mortos por suas partes do corpo. Acreditava-se que, com o corpo deles, feiticeiros poderosos poderiam fazer poções para dar boa sorte. Recentemente, a nação sul-africana Malawi viu um aumento devastador nestes ataques.

Um novo relatório da Anistia Internacional revela que este mês de abril foi mais letal ainda, com quatro albinos malawianos assassinados, incluindo um bebês.

O relatório concluiu que desde 2014, 18 albinos foram mortos, com outros cinco sequestrados e ainda desaparecidos. Ao todo, 69 casos criminais com vítimas albinas foram registrados.

‘POÇÕES’

A maioria destas vítimas é morta para que os seus ossos ou órgãos internos possam ser mantidos como testemunhos de boa sorte ou, mais provavelmente, vendidos a feiticeiros no Malawi ou em alguns países vizinhos, incluindo Moçambique.

Davis Fletcher Machinjiri, de 17 anos, foi assistir a um jogo de futebol quando foi atacado por quatro homens que o levaram a Moçambique e o mataram. A polícia do Malauí disse que “os homens cortaram seus braços e pernas e removeram ossos. Eles então enterraram o resto de seu corpo em uma sepultura rasa. ”

Com tantos albinos brutalmente mortos, a Anistia Internacional escreve que “7 mil a 10 mil pessoas com albinismo do Malawi vivem com medo de perder suas vidas para gangues criminosas que, em alguns casos, incluem membros próximos da família”.

Além do medo de perder suas vidas, as mulheres albinas também enfrentam a ameaça de estupro como resultado das crenças locais de que ter relações sexuais com uma pessoa com albinismo irá curar o HIV / AIDS.

 

Extraído do portal Yahoo Notícias
https://br.noticias.yahoo.com/albinos-s%C3%A3o-mortos-para-que-slideshow-wp-145339153/photo-p-foto-ap-photo-tsvangirayi-photo-145339889.html

About The Author

Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Asé Omin Oiyn Ilè, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho - Miguel Couto - RJ. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Exerce o cargo de Diretor de Cultura e Comunicação da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. É proprietário da agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras. É editor responsável pelo jornal web Awùre – http://www.awure.jor.br – veículo que aglutina os momentos mais importantes da cultura e religiosidade afro-brasileira.

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