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Alegria da Zona Sul usa vime para dar efeito e leveza às fantasias, no Rio

Escola da Série A, vai fazer uma procissão em homenagem a Ogum. Uma escultura articulada com 13 metros de altura vai representa o orixá.

Do G1 Rio | 14/01/2016 09h15 - Atualizado em 14/01/2016 09h15       Para fazer bonito quando entrar na avenida, a Alegria da Zona Sul, não está poupando criatividade para driblar a crise financeira. Na coluna “Meu jeitinho”, do Bom Dia Rio, o carnavalesco Marco Antônio Falleiros revela seus segredos para fazer a fantasia de uma das alas mais tradicionais do carnaval, a das baianas. Ele utiliza vime na armação das saias. “Como abro a escola com as baianas, preciso de uma ala bem impactante. Em meio à crise a gente está procurando sempre reciclar material, usar material alternativo, para conseguir um resultado bom. Com o vime, a escola evita ter de comprar conduíte para fazer a saia. As baianas são vão ter o trabalho de chegar à avenida e vestir a roupa. A saia já vai estar montada para elas”, conta Falleiros. Segundo a coordenadora da ala das baianas, Luciana Peçanha, o material deixa a fantasia muito mais leve, o que facilita a apresentação na avenida. Sem falar na beleza do efeito que causa. “Vai dar para rodar bastante na avenida”, vibra Luciana. O vime, por ser uma espécie de bambu com preço mais em conta, dá um resultado bom na avenida, segundo o carnavalesco. Ele é mais leve e flexível e além da armação da saia das baianas, vai ser usado em outras estruturas e na decoração. O aderecista Ricardo Santiago, que há 23 anos trabalha com vime, conta que o material quando bem preparado é de fácil manuseio. A Alegria da Zona Sul vai contar na Sapucaí a história da entidade Ogum, orixás das guerras, das lutas e da agricultura. Uma escultura de Ogum vai vir no abre-alas, com 13 metros de altura. Articulada, inclusive com movimentos faciais, a escultura terá dois técnicos em seu interior, responsáveis por abrir a boca, mexer os olhos e até as narinas do orixá. “A Alegria vai fazer uma grande procissão em homenagem a Ogum, que no Brasil, é o santo guerreiro, São Jorge”, afirma o carnavalesco. Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o VC no G1 RJ ou por Whatsapp e Viber.     Extraído do portal de notícias G1 / Carnaval 2016 / Rio de Janeiro – RJ http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/carnaval/2016/noticia/2016/01/alegria-da-zona-sul-usa-vime-para-dar-efeito-e-leveza-fantasias-no-rio.html

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Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Asé Omin Oiyn Ilè, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho - Miguel Couto - RJ. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Exerce o cargo de Diretor de Cultura e Comunicação da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. É proprietário da agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras. É editor responsável pelo jornal web Awùre – http://www.awure.jor.br – veículo que aglutina os momentos mais importantes da cultura e religiosidade afro-brasileira.

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