Breaking News

Arma restrita da PM é encontrada em terreiro de candomblé

Procedência da arma não foi descoberta porque numeração estava raspada

EDUARDO VELOZO FUCCIA

21/07/2015 – 13:31 – Atualizado em 21/07/2015 – 13:34

 

“A proteção do santo não é incondicional. Ela só vale para situações lícitas”. Com entonação séria, mas transparecendo certa dose de ironia, o investigador Lival Feijó deu essa declaração para relatar como achou uma pistola da Polícia Militar em um terreiro de candomblé, em Vicente de Carvalho.

A arma de fogo estava desmuniciada e pertence à PM paulista, porque nela está gravado o brasão da corporação. Porém, como teve a numeração raspada, a pistola não pôde ainda ter a procedência descoberta, embora não haja dúvida de que seja furtada ou roubada.

Feijó e o investigador Patrick Chamcham, da Delegacia de Investigações Gerais (DIG), foram ao terreiro, na Avenida Luiz Gama, no Pae Cará, checar denúncia de que ali haveria drogas e armamentos. Filho do dono do local, Douglas Roberto das Neves Cabral, de 25 anos, os atendeu e disse que ali não havia nada de ilegal.

Com a permissão do jovem, os policiais vasculharam o terreiro e encontraram uma pistola Taurus ponto 40 – calibre de uso restrito. Douglas recebeu voz de prisão.

O delegado Bruno Mateo Lázaro autuou o rapaz em flagrante por posse ilegal de arma de fogo e determinou a sua remoção à cadeia do 1º DP de Guarujá. Perícia foi requerida com o objetivo de se identificar a numeração da pistola.

 

 

Extraído do site do Jornal A Tribuna / Santos – SP
http://www.atribuna.com.br/noticias/noticias-detalhe/policia/arma-restrita-da-pm-e-encontrada-em-terreiro-de-candomble/?cHash=bae113aed702d03a8d9ceeeab7da5552

About The Author

Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Asé Omin Oiyn Ilè, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho - Miguel Couto - RJ. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Exerce o cargo de Diretor de Cultura e Comunicação da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. É proprietário da agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras. É editor responsável pelo jornal web Awùre – http://www.awure.jor.br – veículo que aglutina os momentos mais importantes da cultura e religiosidade afro-brasileira.

Related posts

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *