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As cores do candomblé

header-portal-videos-v4 Criado em 05/11/15 11h45 e atualizado em 05/11/15 19h18  Por Produção Web Fonte:TVE Alagoas / Instituto Zumbi dos Palmares Na Casa de Iemanjá, localizada no estado do Alagoas, as jovens Thauane Laira e Letícia da Rocha recebem seus primeiros ensinamentos sobre o Candomblé. A religião de matriz africana tem crença baseada nas forças da natureza, que são representada pelos orixás. As meninas são ogans, como são chamados os iniciantes do candomblé, e aproveitam para contar o que têm aprendido sobre a religião. Segundo Thauane o fio de contas, um colar usado pelos praticantes do candomblé, serve como proteção e também para identificar aquilo em que a pessoa acredita, pois cada cor possui um significado. Leticia explica que o seu fio de contas é branco é roxo para representar seu orixá, Nanã. “Tem gente que usa vermelho com branco, siginifica que é de Xangô, azul com branco é Iemanjá”, exemplifica Leticia. Thauane completa dizendo que todos utilizam a cor branca, por esta representar Oxalá, o pai de todos. A jovem Leticia lamenta que as religiões africanas ainda sofram muito preconceito no Brasil. Aprenda mais sobre o candomblé com o vídeo produzido pela TVE Alagoas e Instituto Zumbi dos Palmares. Brincando no Baobá - Orixás Saiba mais sobre a cultura africana com o programa especial que a EBC preparou em comemoração ao Dia da Consciência Negra. O Brincando no Baobá será exibido no dia 20 de novembro às 16h pela TV Brasil e veiculado pela Rádio MEC AM do Rio de Janeiro no dia 21 de novembro às 11h. Acompanhe também os conteúdos exclusivos para web no portal da EBC:www.ebc.com.br/brincandonoaboba   SAIBA MAIS:     Extraído do portal de notícias EBC http://www.ebc.com.br/infantil/2015/11/cores-do-candomble

About The Author

Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Asé Omin Oiyn Ilè, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho - Miguel Couto - RJ. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Exerce o cargo de Diretor de Cultura e Comunicação da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. É proprietário da agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras. É editor responsável pelo jornal web Awùre – http://www.awure.jor.br – veículo que aglutina os momentos mais importantes da cultura e religiosidade afro-brasileira.

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