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Aula aberta discute racismo e intolerância religiosa

O evento será realizado no âmbito das disciplinas Didática e Prática de Ensino de História II e Sociologia da Educação. O debate se propõe a levantar a necessidade de se respeitar a pluralidade com foco no combate à intolerância religiosa e na luta contra o preconceito racial nas instituições de ensino.

 

 

A Escola de Ciências Sociais da FGV (CPDOC) realiza, no dia 12 de maio, às 14h, o debate “Walter Benjamin e o Caboclo da Pedra Preta: o espaço escolar a contrapelo”. O palestrante será o historiador Luiz Antonio Simas que, a partir da ideia da história a contrapelo, vai questionar o ensino conformista da história, eurocentrado até quando fala de africanos e índios, e discutir o racismo epistemológico que fundamenta a intolerância religiosa, inclusive nas escolas, apresentando alternativas para combatê-lo.

O evento será realizado no âmbito das disciplinas Didática e Prática de Ensino de História II e Sociologia da Educação. O debate se propõe a levantar a necessidade de se respeitar a pluralidade com foco no combate à intolerância religiosa e na luta contra o preconceito racial nas instituições de ensino.

Luiz Antonio Simas é mestre em História pela UFRJ e autor, de livros como “O vidente míope”, sobre o desenhista J. Carlos e o Rio de Janeiro da década de 1920, e “Pedrinhas Miudinhas: ensaios sobre ruas, aldeias e terreiros”, reunindo 41 pequenos ensaios sobre cultura popular carioca de origem africana, originalmente publicados no jornal O Globo; além de publicações sobre a história do samba.

Para mais informações, acesse o site.

 

 

Extraído do portal da Fundação Getúlio Vargas / São Paulo – SP
http://portal.fgv.br/noticias/aula-aberta-discute-racismo-e-intolerancia-religiosa

About The Author

Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Asé Omin Oiyn Ilè, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho - Miguel Couto - RJ. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Exerce o cargo de Diretor de Cultura e Comunicação da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. É proprietário da agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras. É editor responsável pelo jornal web Awùre – http://www.awure.jor.br – veículo que aglutina os momentos mais importantes da cultura e religiosidade afro-brasileira.

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