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Aula de cozinha afro-brasileira

Renascença Clube promove oficina de culinária ministrada por baiana. Além do preparo, será ensinada a história dos pratos

Ícone. Tradicional prato afro-brasileiro, o acarajé será lembrado - TynoCruz / Divulgação/Tyno Cruz
Ícone. Tradicional prato afro-brasileiro, o acarajé será lembrado – TynoCruz / Divulgação/Tyno Cruz

 

POR O GLOBO

21/07/2016 7:00

 

Tradicionalmente ligado à promoção de eventos e ações que buscam enaltecer o valor da cultura negra, o Renascença Clube, no Andaraí, realiza no sábado uma oficina de culinária afro-brasileira, que será ministrada pela baiana Gézica Amorim.

Gézica ensinará aos participantes como preparar pratos originários da Bahia, onde a tradição da culinária africana trazida pelos escravos, misturada ao tempero baiano, resultou em pratos saborosos. Entre as opções que serão ensinadas estão o vermelho assado na palha de bananeira; o amalá; o omolocum; o acarajé; o arroz de coco; o feijão-verde de leite; e a farofa de camarão na folha de fumo. Além de ensinar o modo de preparo, Gézica contará a história que envolve cada um dos pratos. Em seguida haverá degustação dos quitutes.

— Essa iniciativa não é só no sentido de ensinar a fazer um prato. A ideia é estimular a valorização do aprendizado da cultura afro-brasileira — explica Gézica.

No final do curso, os alunos receberão um livro de receitas e um certificado de participação. As inscrições devem ser feitas na página do Facebook Justiça Negra Luiz Gama, onde há um ícone para a “oficina de culinária afro-brasileira”. É possível se inscrever na hora do evento, mas o número de vagas é limitado, por isso é recomendado fazer a inscrição com antecedência. O valor da oficina é de R$ 30.

 
Extraído da versão digital do Jornal O Globo / Rio de Janeiro – RJ
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/bairros/aula-de-cozinha-afro-brasileira-19748347#ixzz4F6NLt0Yb
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About The Author

Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Asé Omin Oiyn Ilè, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho - Miguel Couto - RJ. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Exerce o cargo de Diretor de Cultura e Comunicação da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. É proprietário da agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras. É editor responsável pelo jornal web Awùre – http://www.awure.jor.br – veículo que aglutina os momentos mais importantes da cultura e religiosidade afro-brasileira.

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