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CAIXA Cultural Brasília celebra a Semana da Consciência Negra

10/11/2016

 

Divulgação
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Em comemoração a Semana da Consciência Negra, a CAIXA Cultural Brasília apresenta, de 17 e 20 de novembro, a primeira edição do Circuito Repique de Tambor. O show traz à capital uma reunião de ritmos da cultura popular brasileira apresentada por músicos do Rio de Janeiro, Bahia, Pernambuco e Minas Gerais. Os ingressos começam a ser vendidos nesta segunda-feira (12) por R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada).

Um dos maiores representantes da cultura baiana e afro-brasileira no mundo, o Olodum, inicia o primeiro dia do evento com a participação da cantora e percussionista Raquel Coutinho. Já o segundo dia fica por conta do Ilê Aiyê, primeiro bloco afro do carnaval baiano. Com eles, a compositora e pianista carioca Maíra Freitas mostra uma seleção especial de choro, samba e música erudita.

No sábado, é a vez do show Eu vim da Bahia, do percursionista baiano Marco Lobo. Ele convida sua conterrânea Mariene de Castro, que une inspirações do samba de roda da Bahia c om as referências culturais do recôncavo baiano. Para encerrar a programação, no domingo (20), Dia Nacional da Consciência Negra, André Sampaio e os Afromandinga recebem BNegão para uma apresentação que vai ficar na memória do brasiliense.

Oficinas:
Nos dias dos shows, o Circuito Repique de Tambor conta ainda com uma programação de oficinas para os amantes da percussão e que já possuem conhecimento na arte dos tambores. Serão quatro workshops gratuitos, um por dia, e todos das 10h às 13h. As inscrições vão de 10 a 16 de novembro por meio do e-mail oficinas@circuitorepiquedotambor.com.br . São 40 vagas por oficina.

O primeiro encontro, sobre percussão, fica por conta do Olodum. Os participantes também terão a oportunidade de conferir oficinas sobre o Maracatu, com o mestre pernambucano Walter de França; o Congado, ministrado pelo mineiro Maurício Tizumba; e ritmos de Candomblé, com o carioca Ney de Oxosse.

Sobre os artistas:

Olodum (BA)
O Olodum nasceu em 1979 no Pelourinho, centro histórico de Salvador (BA). Além de ser um dos maiores representantes da cultura baiana e afro-brasileira no mundo, o grupo tem um trabalho social na capital baiana. Considerado o maior grupo percussivo do mundo, o Olodum tem sucessos como Madagascar Olodum e Faraó Divindade do Egito, que poderão ser ouvidos no show preparado para o Circuito Repique de Tambor.

Raquel Coutinho (MG)
A cantora, compositora e percussionista Raquel Coutinho é conhecida por suas criações que exploram o universo percussivo e eletrônico. Em 2015, lançou seu segundo álbum, Mineral, com repertório autoral e inspirado na fusão da natureza com a cidade.

Ilê Aiyê (BA)
O Ilê Aiyê, nascido no bairro Curuzu-Liberdade, local com maior número de população negra do Brasil, é o primeiro bloco afro da Bahia. Fundado em novembro de 1974, seu objetivo sempre foi preservar, valorizar e expandir a cultura afro-brasileira.

Maíra Freitas (RJ)
Pianista, cantora e arranjadora formada pela Escola de Música da UFRJ, Maíra Freitas tem uma carreira extensa e agora se aventura pela música popular brasileira. Filha de Martinho da Vila, Maíra sempre teve muito contato com a música popular brasileira e hoje transita livremente entre o choro, o samba e o repertório de música erudita.

Marco Lobo (BA)
Nascido em Salvador (BA), Marco Lobo mudou-se para o Rio de Janeiro há 25 anos. O percussionista trabalhou com vários artistas, inclusive com Milton Nascimento, com que excursionou por 15 anos. Atualmente com três CDs, o percussionista tem se apresentado no Brasil. O show Eu vim da Bahiapromove uma renovação e preservação da música baiana em formato acústico, unindo percussão, piano, baixo acústico e voz.

Mariene de Castro (BA)
O trabalho da cantora baiana, Mariene de Castro, carrega as inspirações do samba de rod a da Bahia e as referências culturais do recôncavo baiano. Dentre vários álbuns produzidos, o Colheita, lançado em 2014, ganhou o mercado sob as bênçãos de Beth Carvalho, Maria Bethânia e Zeca Pagodinho.

André Sampaio e os Afromandinga (RJ)
André Sampaio e os Afromandinga apresentam o show Desaguou. A banda é formada pelos Afromandinga Maurício Bongo (bateria), Daniel Ras (guitarra e teclado), Ricô Bassito (baixo) e Joás Santos (percussão).

BNegão (RJ)
BNegão se destaca pela versatilidade e pelo compromisso com a música. O vocalista e produtor dos premiados Seletores de Frequência e MC do Planet Hemp leva sua música e suas ideias para alguns dos palcos mais importantes do Brasil e do mundo.

Mestre Walter de França (PE)
Um dos principais Mestres da Cultura Popular de Pernambuco, Walter de França é chefe do baque e compositor das loas da Nação do Maracatu Estrela Brilhante do Recife. Foi também mestre da bateria da Gigantes do Samba por 10 anos. Hoje, ministra oficinas e vivências em todo o país, e vem fundando diversos grupos de maracatu pelo Brasil.

Maurício Tizumba (MG)
O percussionista mineiro Maurício Tizumba é criador da Companhia Burlantins de teatro de rua. Viaja pelo mundo ao lado do Tambor Mineiro, grupo formado por jovens representantes do congado.

Ney de Oxosse (RJ)
Ney de Oxosse é descendente direto de uma linhagem nobre de alabês da casa de candomblé baiana, Ilê Axé Oxumarê. Foi convidado para integrar o Olodum, passando depois para a Timbalada. Saindo de Salvador, Ney viajou inicialmente para São Paulo, onde consolidou sua fama do exímio tocador e cantador de Candomblé, e acabou estabelecendo-se no Rio de Janeiro.

Serviço
Circuito Repique de Tambor
Local: Teatro da CAIXA Cultural Brasília (SBS Quadra 4 Lotes 3/4)
Dias: 17 a 20 de novembro de 2016
Hora: quinta-feira a sábado, às 20h; domingo, às 19h
Classificação indicativa: livre para todos os públicos
Ingressos: à venda a partir de 12 de novembro | R$ 20 e R$ 10 (meia)

 

 

Extraído do site do Jornal de Brasília / Brasília – DF
http://www.jornaldebrasilia.com.br/clica-brasilia/caixa-cultural-brasilia-celebra-a-semana-da-consciencia-negra/

About The Author

Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Asé Omin Oiyn Ilè, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho - Miguel Couto - RJ. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Exerce o cargo de Diretor de Cultura e Comunicação da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. É proprietário da agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras. É editor responsável pelo jornal web Awùre – http://www.awure.jor.br – veículo que aglutina os momentos mais importantes da cultura e religiosidade afro-brasileira.

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