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Cantando a Gente se Entende agita Madureira no domingo

3ª Edição de “Cantando A Gente se Entende” no Parque de Madureira, dia 24 de Julho, com show de Serjão Loroza, além de palestras, coral, danças, oficinas e outros, com entrada franca

Serjao Loroza - credito divulgacao
Serjao Loroza – credito divulgacao

 

“Cantando A Gente se Entende”, promove nesse domingo, dia 24, uma série de atividades com entrada franca, no Parque de Madureira, promovido pela Comissão de Combate à Intolerância Religiosa (CCIR) e pelo Centro de Articulação de Populações Marginalizadas (CEAP), com patrocínio da Prefeitura do Rio de Janeiro e apoio da Rede Globo.

E nada como está no centro cultural da Zona Norte, o parque tem 103,5 mil metros quadrados, é o terceiro maior parque da cidade, e Madureira recebe pela primeira vez o projeto “Cantando A Gente se Entende”, nas edições anteriores aconteceram na Cinelândia. As atividades da 3ª edição acontecem das 12h às 22h. Será um encontro fraternal, onde diversos seguimentos religiosos se fazem presentes lado a lado, com variadas etapas divididas nos espaços: Palco Principal, Palco Praticável e Nave Mãe.

A intenção será também lançar a 9ª Caminhada em Defesa da Liberdade Religiosa, que será setembro, em Copacabana.

“Será uma grande confraternização cultural e inter-religioso em defesa da paz e da diversidade”, afirma o interlocutor do grupo CCIR, babalawo Ivanir dos Santos, que almeja receber em torno de 5 mil pessoas.

 

Palco Principal, a partir das 15h 

15h30 – Orquestra Alabe Fun fun – É a primeira Orquestra de Atabaques Afro-Brasileira, é uma associação cultural e recreativa sem fins lucrativos, tem como objetivo principal preservar as raízes culturais afro-descendentes através dos toques, cantigas e danças aos orixás, voduns, inquices e todas as entidades das religiões de matrizes africanas, mantendo-as vivas em toda a sua diversidade e exuberância.

16h30 – Coral Israelita brasileiro – É dirigido por Abrahão Rumchinsky e como assistente o maestro Ricardo Szpilman. O Coral já se apresentou em várias cidades do Brasil e no exterior. Nesses 57 anos de existência o Coral foi se expandindo, constando no repertório mais de 300 obras variadas tanto clássicas como populares ou folclóricas, judaicas, brasileiras e internacionais. No repertório, clássicos como “Barechu” (Salomon Rossi), “Go Down Moses” (Negro Spiritual e arranjo de Abrahão Rumchinsky), “Qui Nem Jiló” (Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira / arranjo de Roberto Anzai), entre outros

Dia 24 - Coral Israelita Brasileiro
Coral Israelita Brasileiro

17h – Coral Asa – O Coral da ASA – Associação Scholem Aleichem, existe desde outubro de 1995, não se restringindo apenas à comunidade judaica. O repertório do coro prioriza a divulgação da tradição musical judaica sefaradi e ashquenazi. Complementando o cancioneiro judaico, o grupo também desenvolve um repertório ligado à música brasileira e universal. ​A direção musical e regência é feita por Cláudia Alvarenga. Formado por vozes masculinas e femininas, tem cerca de 25 integrantes.

dia 24 - coral asa
coral asa

17h30 – O Rancho Carnavalesco Praça XI – Rancho Praça Onze: grupo idealizado e dirigido pelo maestro Ricardo Szpilman para celebrar a fusão das culturas judaica e brasileira no Rio de Janeiro.

Dia - Jefferson e Serginho
Jefferson e Serginho

18h – Banda Jeff e Serginho – Formado em abril de 2016, por Sérgio Lúcio Júnior e Jefferson Lazaro, a dupla Jeff e Serginho. Os dois jovens se uniram a partir de uma oração onde Deus os inspirou a evangelização por meio da arte e da música. A missão principal da dupla é levar alegria, paz e amor para pessoas de todas as idades e assim anunciar a todas as nações o amor de Deus. Tudo isso embebido de muito pagode e samba, horas com Black Music, horas com mais Axé, mas sempre com uma revigorante variedade sonora.

19h – Beatriz Nascimento – apresentará cânticos de umbanda

20h – Banda IdeALL – ¨IDE¨ por todo mundo, ¨IDE¨ para Todos, ¨IDE¨ TODOS, IDEALL! – Com essa diretriz, amigos se reúnem para cantar sobre vida e fé. O primeiro trabalho foi lançado em 2016, dez anos após a sua formação, a banda é composta por Emerson Orofino no violão e voz, Luizinho Lima na guitarra, Darlan Ribeiro na bateria e Heverton Machado no baixo. Suas letras e músicas falam do cotidiano, te levam a pensar na vida e a curtir o momento, ao som de uma poesia cativante e um som contagiante. No repertório “ Perdendo Tempo” (Banda Ideall / Emerson Orofino), “ Farinha do Mesmo Saco”  (Banda Ideall – Composição: Emerson Orofino),” Não vou mais” (Banda Ideall – Composição: Emerson Orofino), entre outros….

Dia 24 - Banda Ideall (1)
Banda Ideall

21h – Show com Serjão Loroza – o eclético Serjão, é ator, cantor e compositor. Transita por diversos seguimentos musicais; samba, mpb, rapper, soul, funk e outros, é muito requisitado na noite carioca e no carnaval, já lançou 3 álbuns solo, o mais recente Carpe Diem, em outubro de 2013.

 

Palco Praticável, das 12h às 17h

12h – Grupo Zanan – Estilo tribal americano e improvisação em grupo com uso de cestos em equilíbrio e cimbalos. Com os integrantes Taslin Sharif, Izabelle Bruna, Carol Marques e Aline Muhana, diretora artística do grupo

12h30 – Dança, sob o comando da professora Darah Hamad, com performance ritualística em saudação aos 5 elementos da natureza, terra, água, fogo e á​gua.

​​13h – Apresentação de dança Mariama: Maria Que Ama – Mulher Que Ama – O grupo Mariama surgiu em 2008 em uma festa cultural realizada pela CEB (Comunidade Eclesial de Base) do Rio. Pastoral afro na comunidade que resolveu apresentar alguma atração para a festa onde o tema falava e respeito da região Nordeste, daí então a ideia de apresentar uma dança típica da região com ênfase na questão afro brasileira. Pesquisando a respeito do Tambor de Crioula do Maranhão e apresentam uma dança bonita e divertida. Antes o grupo se chamava “Tambor de Crioula”, mas resolveram substituir por Mariama que significa “Mulher que ama ou Maria que ama”, por ser idealizado e realizado por mulheres da comunidade e também por se tratar de um grupo inspirado e não sendo o basicamente ‘Tambor de Crioula” e assim com uma maior liberdade para apresentar outras danças que valorizam a cultura afro e também a cultura popular brasileira. São mulheres de todas as faixas etárias, que dançam entre as idades que vão de 06 anos até 70 anos.

Grupo Mariama

13h30 – Projeto cultural do Zé, com oficina de capoeira para iniciantes.

14h00 – Apresentação do grupo de dança “SAMBA DO ZÉ”

14h30 – Show com Rosália Romão –

15h – Grupo Samaritanos

15h30 – com Makala Música & Dança – os passos e sons da ancestralidade brasileira (do grupo Afroreggae). A cultura negra representada nos palcos pela coreografia e percussão afro-brasileiras. Com todos os seus ritmos e movimentos impactantes. Criado em 2005, na favela de Vigário Geral, ZN. Desde então, música e dança se complementam ao som dos tambores, de forma única. Sob direção artística de Betho Pacheco, o grupo, formado por seis percussionistas e nove bailarinos, busca sempre passar ao público as manifestações artísticas e culturais africanas, até mesmo na escolha do nome: Makala significa “carvão” em Kimbundo, a língua de uma etnia africana trazida para o Brasil como

Dia 24 - Makala
Makala

 

Nave do Conhecimento, das 12h às 17h

O espaço atenderá com palestras e oficinas

12h – Oficina: A perpetuação da culinária dos povos de matriz africana, com o palestrante Nilton Fontes

13h – Oficina: O culto de Ifá Cubano e sua integração com religiões de matrizes africanas. Com duração da oficina em torno de 45m. Ministradas por Oriol Toledo Babalawo Otura Meyi,Rama de Miguel Febles, Paulo Malaquias Babalawo Osalofobeyo,Rama de Miguel Febles Santera, Iyá Inês de Oxun  e Iyá Rachel de Igbale.

14h – Oficina: História da família, coordenado pela Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, possui o maior acervo de genealogia do mundo, Poderão saber mais sobre seus antepassados nos arquivos Centros de História da Família.

15h – Oficina: O papel das mulheres nas sociedades africanas em diásporas: A história das Yabás contada pelas Yalorixás;

16h – Oficina: Utilização medicinal das folhas das sagradas das religiões afro-brasileiras. Com duração de 45m. Coordenadas Rachel Ferreira da Silva e Emanoel Campos Filho.

Receberá também oficina com Mariana Gino (UFRJ). Que irá abordar “O papel das mulheres nas sociedades africanas em diásporas: A história das Yabás contada pelas Yalorixás.

A partir das 10h, acontece ainda feira dos segmentos religiosos.

Show e outras atividades, das 12h às 22h

Parque de Madureira

oficina das yabás

 Fonte: ASCOM
Rozangela Silva
Sócia Diretora
Bi & Ro Assessoria de Comunicação
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About The Author

Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Asé Omin Oiyn Ilè, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho - Miguel Couto - RJ. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Exerce o cargo de Diretor de Cultura e Comunicação da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. É proprietário da agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras. É editor responsável pelo jornal web Awùre – http://www.awure.jor.br – veículo que aglutina os momentos mais importantes da cultura e religiosidade afro-brasileira.

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