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Cantora é vítima de intolerância religiosa na internet

Ricardo Belens

Qua , 05/02/2014 às 17:32 | Atualizado em: 05/02/2014 às 18:35

 

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Discussão entre Margareth Menezes e seguidora no Twitter

A cantora Margareth Menezes foi vítima de intolerância religiosa por parte de seguidora no twitter no último dia 2. Em homenagem à Iemanjá, cuja data festiva acontecia no mesmo dia, a cantora postou em sua conta pessoal no microblog a seguinte mensagem: “Salve a Rainha do mar. Deusa da Imensidão azul e das profundezas intocadas e inexploradas dos mistérios do mar. Salve, Iemanjá! Força Maior.”.

Uma seguidora, que atende pelo nome de Irys Delfino, insatisfeita com a postagem da morena, expressou em sua conta que Iemanjá “não tinha poder nenhum” e provocou a crença da baiana dizendo que “estava repreendido em nome santo do Senhor Jesus”.

De forma educada, Margareth replicou em sua conta que “a manifestação do Poder Superior é muito maior do que a ignorância humana. Poder Divino se manifesta independente de nós. Fato!”.

Após uma série de ofensas por parte da seguidora, a cantora não se conteve e entrou na discussão postando: “Cada um só expande seu conhecimento de acordo com o quanto estuda a sua espiritualidade. O que você acha não significa nada para mim”.

Após uma enxurrada de críticas contra a atitude preconceituosa, a seguidora deletou a conta no microblog.

 

 

É possível a gente defender um assunto sem precisar ofender a ninguém. Sou contra xingaremos e adjetivos grosseiros.Melhor falar de #PAZeAMOR

— Margareth Menezes (@MagaAfroPop) 5 fevereiro 2014

 

Extraído do Portal A Tarde:

http://atarde.uol.com.br/chamegente/materias/1566620-cantora-e-vitima-de-intolerancia-religiosa-na-internet?direcionado=true

About The Author

Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Asé Omin Oiyn Ilè, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho - Miguel Couto - RJ. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Exerce o cargo de Diretor de Cultura e Comunicação da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. É proprietário da agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras. É editor responsável pelo jornal web Awùre – http://www.awure.jor.br – veículo que aglutina os momentos mais importantes da cultura e religiosidade afro-brasileira.

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