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Casa da Cultura Afro-Brasileira exibe curtas-metragens

Escolas precisam reservar antecipadamente as sessões de cinema

DE A TRIBUNA ON-LINE

08/05/2015 – 12:22 – Atualizado em 08/05/2015 – 12:30

 

 

Após visitação da exposição, público verá filmes
Após visitação da exposição, público verá filmes

A história da comunidade negra ao longo dos séculos no Brasil em exposições e filmes é a proposta da programação da Casa da Cultura Afro-Brasileira de São Vicente para visitas monitoradas de escolas e demais instituições de ensino durante o mês de maio. Uma equipe de universitários atende à população no local.

Assim, a monitoria pela mostra permanente Acervo Geraldo Albertini e exposições temporárias se encerrará com a exibição de curtas-metragens afirmativos voltados ao público infanto-juvenil. A ação é uma parceria da Secretaria Municipal da Cultura e a Sumira – Superintendência de Política para Mulheres e Promoção da Igualdade Racial.

“Propor a reflexão sobre assuntos relacionados à igualdade racial para o público infanto-juvenil de nossa cidade é colaborar com a formação de nossos cidadãos”, ressalta o secretário Amauri Alves. Por sua vez, a responsável da Sumira, Alessandra Franco, completa: “O projeto tem como objetivo levar o conhecimento da cultura afro-brasileira para promoção da igualdade dos povos”.

Nas sessões, a plateia poderá assistir em uma programação de cerca de 30 minutos o programa infantil Livros Animados, o documentário infanto-juvenil Mojubá e a ficção O Xadrez das Cores. O equipamento de cinema estará disponível na casa as terças e quintas-feiras durante o mês de maio, das 10 às 16 horas. Para ter acesso aos filmes, as escolas interessadas precisam reservar antecipadamente o dia e horário da visita na Secult: 3468-1528 ou 3468-1536.

 

 

Extraído do site do jornal A Tribuna / Salvador – BA
http://www.atribuna.com.br/noticias/noticias-detalhe/exposicoes/casa-da-cultura-afro-brasileira-exibe-curtas-metragens/?cHash=1f45659c467c3c859fef9188f07d4909

About The Author

Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Ilé Asé Omin Oiyn, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Hoje, é editor do Jornal Awùre. Diretor Financeiro da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. Colabora com a assessoria de comunicação do PPLE - Partido Popular da Liberdade de Expressão Afro-Brasileira. É sócio diretor na agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras.

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