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Casa da Cultura Afro-Brasileira oferece aulas de iorubá e capoeira

Idade mínima para frequentar cursos é de 10 anos

DE A TRIBUNA ON-LINE

01/04/2015 – 13:32 – Atualizado em 01/04/2015 – 14:49

 

csm_casadaculturasv_32fd632fbeOs cursos oferecidos pelo espaço são gratuitos

Pioneira no litoral paulista, a Casa da Cultura Afro-Brasileira – Memorial ao Escravizado em São Vicente abre inscrições para cursos gratuitos de capoeira e do idioma Iorubá.

Enquanto a primeira formação terá turmas de terça e quinta-feira, das 14 às 16 horas, o de língua africana será na sexta- feira, das 15 às 16h30, e no sábado, das 10 às 11h30. A oficina de capoeira tem como objetivo difundir conhecimento sobre a cultura afro-brasileira, privilegiando a informação, o debate e a retomada de valores da ancestralidade com foco na expressão corporal. A idade mínima é 10 anos.

Já o ioruba:- idioma da família Níger-Congo é muito falado no oeste africano, principalmente na Nigéria, Benin, Togo e Serra Leoa, alcançando 30 milhões de pessoas. A atividade será ministrada por um nigeriano, o artista plástico Augustine Kawoh, com o objetivo de promover o intercâmbio cultural e a preservação deste idioma no Brasil.

Para se inscrever o interessado precisa comparecer ao local , de terça a domingo, das 10 às 17 horas e levar cópias do RG (junto de seus responsáveis, caso sejam menores de idade) e do comprovantede residência. Mais informações: 3467-3486.

A Casa da Cultura Afro-Brasileira fica na Rua Dona Anita Costa, s/nº, Voturuá.

 
Extraído do site do  Jornal A Tribuna / Santos-SP
http://www.atribuna.com.br/noticias/noticias-detalhe/outras/casa-da-cultura-afro-brasileira-oferece-aulas-de-ioruba-e-capoeira/?cHash=e3c32647f88efba7e5f8f41e554755f1

About The Author

Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Ilé Asé Omin Oiyn, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Hoje, é editor do Jornal Awùre. Diretor Financeiro da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. Colabora com a assessoria de comunicação do PPLE - Partido Popular da Liberdade de Expressão Afro-Brasileira. É sócio diretor na agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras.

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