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Centros que atendem vítimas de intolerância religiosa estão fechados

Publicado em 09/03/16 06:00

 

Padre Renato Gentile, da Catedral de Caxias, fará encontro para discutir a intolerância religiosa Foto: Clarissa Monteagudo
Padre Renato Gentile, da Catedral de Caxias, fará encontro para discutir a intolerância religiosa Foto: Clarissa Monteagudo

 

Clarissa Monteagudo e Marina Navarro Lins

 

Na entrada da Catedral de Santo Antônio, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, duas flores ocupam o vazio deixado pelas imagens de santos quebradas em janeiro. Esse é só mais um dos casos de intolerância religiosa que estão sem o atendimento social, jurídico e psicológico do que era oferecido no Centro de Promoção a Liberdade Religiosa e Direitos Humanos (Ceplir), da Secretaria estadual de Assistência Social.

Segundo a ex-coordenadora Lorrama Machado, ele foi fechado em dezembro, na gestão do ex-secretário e pastor Ezequiel Teixeira (PMB). A secretaria afirma que o serviço está normal.

— O Ceplir é pioneiro no país, temos reconhecimento nacional — conta Lorrama.

Hoje, a Comissão Especial do Cumprimento das Leis da Alerj vai discutir a reestruturação da secretaria, às 10h.

— A pasta foi desmontada por duas razões: a crise econômica e o ex-secretário — explica o presidente da Comissão, o deputado Carlos Minc (PT): — Encaminhei um projeto pedindo que a Alerj dê R$ 5 milhões para remontar os centros.

Amanhã, o Padre Renato Gentile, da Catedral de Caxias, fará um encontro para discutir a intolerância religiosa com representantes de outros grupos religiosos:

— Não acredito que outras igrejas fomentem o preconceito. São apenas lideranças isoladas. Queremos o diálogo.
Extraído do site do Jornal Extra / Rio de Janeiro – RJ
Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/rio/centros-que-atendem-vitimas-de-intolerancia-religiosa-estao-fechados-18833844.html#ixzz42Vw78paQ

About The Author

Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Asé Omin Oiyn Ilè, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho - Miguel Couto - RJ. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Exerce o cargo de Diretor de Cultura e Comunicação da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. É proprietário da agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras. É editor responsável pelo jornal web Awùre – http://www.awure.jor.br – veículo que aglutina os momentos mais importantes da cultura e religiosidade afro-brasileira.

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