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Cidadania: Comitê Interreligioso propõe ações para combate a intolerância na Bahia

 

comiteCriado em 07/11/15 13h41 e atualizado em 07/11/15 13h53 
Por
 TV Brasil

 

Comitê Interreligioso da Bahia apresenta propostas para combater intolerância religiosa do estado. Nove líderes de diversas religiões já estão engajados nesse trabalho que pretende desenvolver ações de combate a intolerância religiosa no estado. O Comitê foi criado recentemente e se reúne a cada 15 dias em encontros abertos ao público.

“Entendemos que é necessário que as pessoas se juntem para favorecer o diálogo e combater efetivamente todas as formas de intolerância e de discriminação”, afirma o Padre Alfredo Dírea, presidente do Comitê.

Para os líderes religiosos é preciso que a tolerância também seja cultivada dentro dos próprios grupos e no dia a dia. “Nós do Comitê interreligiosos acreditamos que vamos passar o amor,  não é a religião da umbanda ou batista, é o amor ao próximo”, acredita Pai Raimundo, líder do Centro Umbandista Paz e Justiça.

De acordo com dados da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial, na Bahia, a cada mês pelo menos duas pessoas são agredidas, excluídas ou desrespeitadas por conta da religião, credo, culto ou por praticar litúrgica que escolheram seguir. O que chama mais atenção é que todos esses registros feitos no primeiro semestre foram contra pessoas de religiões de matrizes africanas

Para Mãe Daya Dias, líder do Templo Umbanda Pena Branca, a discriminação ocorre diariamente e precisa ser combatida. “Não tem que ter isso, porque a sua religião é tão boa quanto a minha. Deus é um só, não importa aonde, nem como e nem que nome que se dá a ele,” afirma.

 

Extraído do portal de notícias EBC / Brasília – DF
http://www.ebc.com.br/cidadania/2015/11/comite-interreligioso-propoe-acoes-para-combate-intolerancia-na-bahia

About The Author

Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Asé Omin Oiyn Ilè, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho - Miguel Couto - RJ. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Exerce o cargo de Diretor de Cultura e Comunicação da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. É proprietário da agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras. É editor responsável pelo jornal web Awùre – http://www.awure.jor.br – veículo que aglutina os momentos mais importantes da cultura e religiosidade afro-brasileira.

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