Breaking News

CINEMA: Documentário registra rotina de dez terreiros de candomblé

 

Exibição é gratuita e os 150 ingressos serão distribuidos a partir das 17h

Da Redação (redacao@correio24horas.com.br)

27/09/2016 08:39:00

 

O documentário Terreiros de Candomblé de Cachoeira e São Félix, que será lançado hoje, às 18h, no Espaço Itaú de Cinema Glauber Rocha, registra a rotina religiosa de dez espaços localizados nas cidades do Recôncavo baiano. A exibição é gratuita e os 150 ingressos serão distribuídos a partir das 17h.

 

O terreiro de Ogodo Dey, em Cachoeira, é um dos dez pesquisados no documentário (Foto: Lazaro Menezes/Divulgação)
O terreiro de Ogodo Dey, em Cachoeira, é um dos dez pesquisados no documentário
(Foto: Lazaro Menezes/Divulgação)

 

Produzido pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Ipac), o filme de 52 minutos é fruto da pesquisa do órgão e já gerou um livro lançado no ano passado.  Participaram do estudo os terreiros Aganjú Didê, Viva Deus, Lobanekum, Lobanekum Filha, Ogodó Dey, Ilê Axé Itayle, Humpame Ayono Huntóloji e Dendezeiro Incossi Mukumbi, em Cachoeira, Raiz de Ayrá e Ilê Axé Ogunjá, em São Félix.

“Esses terreiros receberam uma proteção ainda inédita no Brasil que é o Registro Especial que contempla as condições simbólico-antropológicas dos terreiros e um ‘plano de salvaguarda’ com metas, objetivos, regras e ações de proteção a curto, médio e longo prazos”, explica João Carlos de Oliveira, diretor geral do Ipac.

 

Extraído do site do Jornal Correio 24 hs / Salvador – BA
http://www.correio24horas.com.br/single-noticias-cinema/noticia/documentario-registra-rotina-de-dez-terreiros-de-candomble/?cHash=aeb293cf5b94ecd2da495b696c8eac9f

 

About The Author

Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Asé Omin Oiyn Ilè, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho - Miguel Couto - RJ. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Exerce o cargo de Diretor de Cultura e Comunicação da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. É proprietário da agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras. É editor responsável pelo jornal web Awùre – http://www.awure.jor.br – veículo que aglutina os momentos mais importantes da cultura e religiosidade afro-brasileira.

Related posts

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *