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COMUNICADO À POPULAÇÃO DE BRASÍLIA ESPECIALMENTE À COMUNIDADE RELIGIOSA DE MATRIZES AFRICANA E BRASILEIRA.

  unnamed (1)   Todos têm acompanhado os últimos acontecimentos em relação às festividades da passagem de ano na Esplanada e Prainha. A justiça hora aprova, hora embarga. Devido a tantos desmandos e especialmente a tantas confusões geradas pelas incertezas, vimos a público esclarecer o que segue: Independente da decisão da justiça, as representatividades do movimento social, especialmente as que representam a Comunidade Afro Religiosa de Brasília e Entorno se reuniram para que tenhamos, sim, a Tradicional Festa de Iyemonjá na Prainha. A FEDERAÇÃO, juntamente com FOAFRO-DF, RENAFRO, REDE AFROBRASILEIRA SÓCIO CULTURAL e ACREMA, uniram suas forças para que tenhamos a nossa Tradicional Festa de Iyemonjá. As dificuldades são muitas e claro estamos fazendo o possível para que a ela tenha o brilho que sempre teve. Vários dos que se apresentarão na festa, e também os que estão trabalhando na sua organização, o estão fazendo de forma voluntária. Portanto, para que a nossa festa tenha o brilho que almejamos e a qualidade que nossa comunidade merece, pedimos algumas colaborações aos que lá forem. • Não teremos uma equipe de limpeza no porte dos anos passados, portanto é necessária a colaboração de todos no que diz respeito ao destino dos lixos produzidos durante a festa. Pedimos especiais cuidados com as garrafas e vidros de perfume, pedimos que os vasilhames sejam esvaziados no Lago e os mesmos colocados nas lixeiras, assim evitaremos que se quebrem e firam alguém. Lembremos que muitas famílias usam o local como área de lazer, especialmente crianças. • Não acenda velas aos pés das árvores. Ao acender uma vela perto de gramado ou flores, favor fazer um acero (limpeza da área) com diâmetro no mínimo duas vezes o tamanho da vela. • Dentro d’água somente produtos perecíveis, assim não poluirão o lago e os mesmos servirão de alimentos para os peixes e demais animais que habitam o local. • Cuidado com objetos cortantes: podem ferir alguém e ser usado de forma inadequada por alguém de má fé. • Ao ver garrafas e outros utensílios que possam ferir alguém, favor colocá-lo na lixeira mais próxima. • Esta festa será um exercício de cidadania e a melhor forma de fazê-lo é colaborando para que todos possam ter o melhor. A festa não é da FEDERAÇÃO, ou de outro grupo que componha a frente que está na organização da festa, ela pertence a toda nossa comunidade. Vamos mostrar que nosso amor por nossa tradição está acima de compreensões políticas ou demandas judiciais. Somos um povo de Àsé e não aceitamos que brinquem com nossa fé. Assinam: FEDERAÇÃO, FOAFRO-DF, RENAFRO, REDE AFROBRASILEIRA SÓCIO CULTURAL e ACREMA unnamed

About The Author

Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Asé Omin Oiyn Ilè, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho - Miguel Couto - RJ. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Exerce o cargo de Diretor de Cultura e Comunicação da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. É proprietário da agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras. É editor responsável pelo jornal web Awùre – http://www.awure.jor.br – veículo que aglutina os momentos mais importantes da cultura e religiosidade afro-brasileira.

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