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Coordenação de Igualdade Racial debate ensino de cultura afro e indígena com estudantes

Gabinete Civil  24/05/2016

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Apresentar uma abordagem histórica e cultural africana, afro-brasileira e indígena de forma lúdica e interativa é um dos objetivos do projeto “Vitória da Conquista e as Pedagongingas Revolucionárias”. Promovido pela Coordenação Municipal de Promoção da Igualdade Racial, a atividade é destinada a alunos do 6° ao 9º ano das escolas da Rede Municipal de Ensino.

O primeiro encontro do projeto, realizado na manhã desta terça-feira, 24, contou com a participação de alunos e professores da Escola Municipal José Mozart Tanajura. Também estiveram presentes coordenadores da Secretaria Municipal de Educação.

Até o dia 13 de julho, estudantes de 13 escolas participarão do projeto, que conta com aulas de história local e do Brasil, aliadas a exibições de pequenos vídeos e apresentações musicais com letras comentadas.

A coordenadora municipal de Promoção da Igualdade Racial, Elizabeth Lopes, explicou que a ação busca auxiliar na garantia do cumprimento das leis nº 10.639/03 e nº 11.645/08, que torna obrigatório o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena nos estabelecimentos de ensino públicos e privados.

Na ocasião, o sociólogo e militante do Movimento Negro, Márcio Alves, abordou a importância da educação e do empoderamento para as comunidades afrodescendentes. Em sua fala, o professor da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb), também destacou a necessidade do senso crítico e da discussão dos temas abordados durante o encontro nos lares, nas escolas e nas comunidades onde os jovens estão inseridos.

Acompanhados do professor de História e Cultura-Afro, Michael Barbosa, os alunos apresentaram suas impressões sobre o projeto. Para a estudante Amanda Almeida, atividades como essas são interessantes à medida que despertam na comunidade afrodescendente o desejo de conhecer mais a sobre a história passada para buscar transformações futuras.

E Gustavo Lemos, também estudante, completou: “acho importante termos esse conhecimento para entendermos melhor a cultura negra, acabando assim com o preconceito”.

 

 

Extraído do portal da Prefeitura de Vitória da Conquista / Vitória da Conquista  – BA
http://www.pmvc.ba.gov.br/coordenacao-de-igualdade-racial-debate-ensino-de-cultura-afro-e-indigena-com-estudantes/

About The Author

Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Asé Omin Oiyn Ilè, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho - Miguel Couto - RJ. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Exerce o cargo de Diretor de Cultura e Comunicação da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. É proprietário da agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras. É editor responsável pelo jornal web Awùre – http://www.awure.jor.br – veículo que aglutina os momentos mais importantes da cultura e religiosidade afro-brasileira.

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