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Copacabana recebe a oitava marcha contra intolerância religiosa no Rio

Evento reuniu seguidores de diversas religiões.
Caminhada foi do Posto Seis ao Lido.

Alba Valéria MendonçaDo G1 Rio | 20/09/2015 14h21 – Atualizado em 20/09/2015 14h21

 

Marcha contra a intolerência religiosa reuniu representantes de várias religiões na orla de Copacabana (Foto: Alba Valéria Mendonça/G1)
Marcha contra a intolerência religiosa reuniu representantes de várias religiões na orla de Copacabana (Foto: Alba Valéria Mendonça/G1)

A Comissão de Combate à Intolerância Religiosa realizou neste domingo (20), na orla de Copacabana, na Zona Sul do Rio, a oitava marcha em defesa da liberdade religiosa. Com o apoio de carros de som, com faixas e cartazes, representantes de diversas religiões seguiram juntos do Posto Seis ao Lido.

Marcha contra a intolerência religiosa (Foto: Alba Valéria Mendonça/G1)
Marcha contra a intolerência religiosa (Foto: Alba
Valéria Mendonça/G1)

Antes de iniciar o percurso, representantes do candomblé e da umbanda fizeram pequenas rodas de cânticos e danças. Também estavam presentes líderes budistas, católicos, judaicos, baha’i e mulçumanos. A maioria dos participantes usava roupas brancas.

A CCIR foi criada em 2008, quando religiosos de matrizes africanas foram expulsos de uma comunidade na Ilha do Governador por traficantes convertidos a segmentos neopentecostais dentro de presídios, explicaram representantes da comissão.

Um protesto nas escadarias do prédio da Assembleia Legislativa deu origem às caminhadas anuais que visam a chamar a atenção da sociedade para o risco de se querer impor a soberania de uma crença sobre as outras.

 

 

Extraído do portal de notícias G1 / Rio de Janeiro – RJ
http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2015/09/copacabana-recebe-oitava-marcha-contra-intolerancia-religiosa-no-rio.html

About The Author

Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Asé Omin Oiyn Ilè, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho - Miguel Couto - RJ. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Exerce o cargo de Diretor de Cultura e Comunicação da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. É proprietário da agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras. É editor responsável pelo jornal web Awùre – http://www.awure.jor.br – veículo que aglutina os momentos mais importantes da cultura e religiosidade afro-brasileira.

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