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Cultura Africana

cultura_africana-480x320 (1)Data: 28/04/2016 em: Patrimônio Cultural A cultura africana tem uma principal característica: a diversidade. A África é o continente habitado há mais tempo em todo o planeta, é o ponto de origem do ser humano e, durante todo o tempo de evolução agregou uma enorme quantidade de idiomas, com mais de mil línguas diferentes, assim como religiões, regimes políticos, condições de habitação, de atividades econômicas e de cultura. Do Portal Brasil 10  Atualmente, a África, que ocupa um quinto das terras emersas na Terra, possui mais de 50 nações, com mais de 1 bilhão de habitantes. afrihorz Cultura africana: o etnocentrismo e o eurocentrismo Como a maior parte da cultura africana foi transmitida oralmente, a história de seus povos foi contada pelos colonizadores europeus, através de missionários, viajantes e colonizadores que trouxeram os primeiros relatos sobre a vida e os costumes dos povos ali residentes. Desta forma, os colonizadores também se aproveitaram dos africanos para alimentar a mão de obra escrava, muitas vezes usurpando os africanos de todos os seus direitos, inclusive de manter a própria cultura africana. Para os povos europeus, os africanos sempre foram primitivos e bárbaros, sendo considerados praticamente animais. Essa visão só teve algumas alterações no século XX, quando os primeiros países conseguiram sua independência, realizando, desde então, os esforços necessários para recuperar suas tradições culturais. Cultura africana e seus aspectos gerais A cultura africana sempre foi preservada através da tradição oral, mas isso não significa que todos os povos africanos desconheciam a escrita. De uma maneira geral, os africanos praticavam a agricultura, a caça e a pesca, vivendo em comunidades fixas ou nômades, formando pequenas tribos ou grandes reinos, e tendo como chefes políticos, muitas vezes, o sumo sacerdote de suas religiões. Os principais aspectos da cultura africana são evidenciados, portanto, por sua tradição oral e pelo meio em que viviam, onde se misturavam elementos espirituais e materiais, de acordo com o ambiente em que viviam. A cultura africana sempre reverenciou os espíritos das florestas, das pedras e aceitavam a coexistência com forças desconhecidas da natureza, fazendo com que cada povo tivesse uma origem mitológica para explicar as próprias origens. A cultura africana e as religiões Atualmente, muitos países africanos mantém religiões vindas dos povos colonizadores, como o islamismo e o cristianismo, mas as religiões tradicionais ainda estão presentes, embora, em sua maioria, sejam vistas como práticas de magia e feitiçaria. Contudo, as religiões tradicionais da cultura africana não possuem nada disso. Pelo contrário, são voltadas para o culto dos antepassados e para as divindades da natureza, como o culto aos Orixás, as divindades das culturas Nagô e Iorubá, englobando uma grande variedade de ritos e crenças. A cultura africana e suas criações De uma maneira geral, a produção artística da cultura africana tem um valor simbólico, com peças usadas para adorno corporal, trajes típicos e itens de uso sagrado ou para as atividades cotidianas. Os produtos da cultura africana se voltam para os antepassados, com figuras geométricas e antropomórficas, ou uma mistura de figuras humanas com animais, sempre voltadas para o ensinamento e para a preservação das tradições. Além da produção de artesanato, os povos africanos possuem uma grande variedade de danças e músicas, sempre marcadas pelos batuques e pelos movimentos corporais, imitando animais ou os próprios Orixás. O grande destaque da cultura africana, principalmente no Brasil, vem de sua culinária, sempre temperada com muitos condimentos, com aromas fortes e picantes, com a elaboração de pratos exóticos compostos de carnes, legumes e verduras, insetos e os óleos de palmeira e de dendê, além do leite de coco.
Maasai girls from Kenya attend the Eunoto ceremony – the passage of their warrior boyfriends into elderhood. Their beaded collars and headbands are designed to bounce rhythmically to enhance their body movements. Traditionally a Maasai girl is allowed to select three lovers from among the warriors. This is the one time in her life when she is allowed to enjoy freely chosen relationships. 1985
Maasai girls from Kenya attend the Eunoto ceremony – the passage of their warrior boyfriends into elderhood. Their beaded collars and headbands are designed to bounce rhythmically to enhance their body movements. Traditionally a Maasai girl is allowed to select three lovers from among the warriors. This is the one time in her life when she is allowed to enjoy freely chosen relationships. 1985
A cultura africana no Brasil O Brasil teve intensa influência da cultura africana pela diversidade de escravos de povos diferentes, o que se refletiu diretamente nos aspectos culturais que se desenvolveram nas diversas regiões de nosso país. A maior parte dos escravos que vieram da África eram das raças Banto, Nagô, Jejes, Hauçás e Malés, que trouxeram a influência do candomblé, a religião afro-brasileira baseada no culto dos Orixás, de onde surgiram também a Umbanda e a Capoeira. Na nossa culinária, a influência da cultura africana está sempre presente, mas é na área musical que o Brasil ganhou mais com a cultura desses povos: a música africana é a origem dos mais famosos ritmos brasileiros, como o samba, o maxixe e a bossa nova. Leia a matéria completa em: Cultura Africana - Geledés http://www.geledes.org.br/cultura-africana/#ixzz47FejM1Iu Follow us: @geledes on Twitter | geledes on Facebook   Extraído do portal de notícias Geledés.org http://www.geledes.org.br/cultura-africana/?utm_source=Atualiza%C3%A7%C3%A3o+Di%C3%A1ria+Geled%C3%A9s&utm_medium=email&utm_campaign=a01756e1c1-RSS-NEWS-Portal-Geledes&utm_term=0_b0800116ad-a01756e1c1-354029485

About The Author

Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Asé Omin Oiyn Ilè, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho - Miguel Couto - RJ. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Exerce o cargo de Diretor de Cultura e Comunicação da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. É proprietário da agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras. É editor responsável pelo jornal web Awùre – http://www.awure.jor.br – veículo que aglutina os momentos mais importantes da cultura e religiosidade afro-brasileira.

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