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Dançarino de bloco do Rio é achado morto na Baixada Fluminense

08/07/2015 16h40 – Atualizado em 08/07/2015 19h37

Amigos e parentes falam de suposta motivação homofóbica.

‘Era uma pessoa muito querida’, disse diretor do bloco.

Do G1 Rio

Bloco de Carnaval fez homenagem a dançarino encontrado morto na Baixada (Foto: Reprodução/Facebook) (Foto: Reprodução/Facebook)
Bloco de Carnaval fez homenagem a dançarino encontrado morto na Baixada (Foto: Reprodução/Facebook) (Foto: Reprodução/Facebook)

A Divisão de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) investiga a morte do dançarino Adriano da Silva Pereira, do bloco Tambores de Olokun, da Zona Sul do Rio. O corpo dele foi encontrado nesta terça-feira (7), em Nova Iguaçu. Amigos e parentes levantaram a hipótese de uma motivação homofóbica para o crime.

“Ele era uma pessoa muito querida e não pode virar estatística. Nossa dor vai se transformar em luta”, disse ao G1 Alexandre Garnizé, diretor do Tambores de Olokun.

Adriano participava do grupo há pelo menos três anos. A página do bloco fez uma homenagem no Facebook a Adriano, que foi enterrado no Cemitério Jardim da Saudade, em Mesquita, nesta quarta.

“Estou muito triste porque perdi meu melhor amigo, meu irmão de vida, que tudo indica que foi vítima de homofobia. Como pode alguém ser assassinado por ter feito uma escolha, opção de vida? Não consigo entender tamanha intolerância”, disse uma outra amiga, Lu Muniz, em seu perfil de uma rede social. “Que essa homofobia declarada e que mata não faça mais vítimas”, disse outra amiga de Adriano, Priscila Carneiro.

Extraído do portal de notícias G1 / Rio de Janeiro – RJ
http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2015/07/dancarino-de-bloco-do-rio-e-achado-morto-na-baixada-fluminense.html

About The Author

Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Asé Omin Oiyn Ilè, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho - Miguel Couto - RJ. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Exerce o cargo de Diretor de Cultura e Comunicação da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. É proprietário da agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras. É editor responsável pelo jornal web Awùre – http://www.awure.jor.br – veículo que aglutina os momentos mais importantes da cultura e religiosidade afro-brasileira.

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