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Dida Bar, na Praça da Bandeira, celebra Dia Internacional da Mulher Negra Latino Americana e Caribenha

 

Alusivo ao Dia Internacional da Mulher Negra Latino Americana e Caribenha, festejado no dia 25. O Dida Bar, na Praça da Bandeira, reuniu um grupo de peso, para celebrar a data. Destacou 10 mulheres representativas à raça negra. A iniciativas vêm ao encontro da necessidade do reconhecimento da história das mulheres negras que estiveram e estão no centro das lutas e movimentos sociais e culturais.

 A chef Dida, que realiza uma invasão gastronômica africana todo mês, fez um mimo para os homenageados, criou cardápio especial para a noite, que começou com o Peixe Mãe Beata, peixe vermelho, com vinagrete de frutos do mar, acompanhado de farofa de coco, arroz e feijão de Palma. Serviu ainda o quitute cubano Ropa Vieja, com desfiada, bem temperada com arroz congri – fusão de feijão vermelho com arroz. A noite foi embalada ao som de Flavia Enne, com clássicos da MPB.

Adailton Moreira, filho de Mãe Beata (esq) com Kanu (dir)

Mãe Beata foi representada por Adailton Costa, visivelmente emocionado fez a aberturadas das falas e agradecimentos. A jovem Sabi chamou uma a uma, e cada mulher explanou com maestria a saga que é ser negra, mas acima de tudo, o quanto a raça é inspiração de luta, garra, e claro, o orgulho de ser negra.

Uma saudação ao empoderamento da mulher negra, exercido por Flávia Oliveira, Mara Ribeiro, Helena Theodoro, Vanda Ferreira, Clatia Vieira, Rosa Marya Colin, Nanci Rosa, Zeze Motta, Ruth Pinheiro e Dida Nascimento. Elas são escritoras, sacerdotisas, gestoras culturais, atrizes, cantoras, empresárias, mulheres que são uma referência, um exemplo.

Mulheres negras homenageadas no evento com Dida ao centro.

 “Gostaria de saldar Dida, não só pela homenagem, que você também merece… e lembrar que o empreendedorismo é coisa de mulher”, enalteceu a jornalista Flávia Oliveira

 Mara Ribeiro, que é Produtora Técnica e Articuladora Institucional do Coletivo Oṣé Mimọ, declarou “Muito orgulho de receber esse prêmio na casa de uma mulher preta”.

 A gestora cultural Ruth Pinheiro, ampliou as horas “aquele abraço grande à todas as mulheres e vamos comemorar juntas”. Ruth está em franca produção para a realização do Prêmio Afro, que acontece no fim do mês.

 E a noite foi assim, com casa lotada, dedicadas a elas. Que venham outras datas históricas, valorizando essas mulheres incríveis, as famosas e anônimas que realizam de alguma forma e representam a mulher negra.

Mara Ribeiro (dir) do Coletivo Osé Mimo, ao lado de Dida (esq).
f​otos de Rozangela Silva
Fonte: ASCOM

About The Author

Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Asé Omin Oiyn Ilè, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho - Miguel Couto - RJ. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Exerce o cargo de Diretor de Cultura e Comunicação da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. É proprietário da agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras. É editor responsável pelo jornal web Awùre – http://www.awure.jor.br – veículo que aglutina os momentos mais importantes da cultura e religiosidade afro-brasileira.

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