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Diferentes manifestações da arte afro-brasileira são premiadas no Rio

27 de janeiro de 2015 – 9h46 


A terceira edição do Prêmio Nacional de Expressões Culturais Afro-Brasileiras, realizada na noite desta segunda-feira (26), no Teatro Rival, no centro do Rio de Janeiro, contemplou 20 projetos de diferentes regiões do país, que atuam com expressões da cultura negra através da arte. O evento é uma iniciativa do Centro de Apoio ao Desenvolvimento Osvaldo dos Santos Neves (Cadon), Petrobras e Fundação Cultural Palmares com o objetivo de abrir espaço às manifestações artísticas de estética negra.

 

Reprodução
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De matriz africana, a capoeira é extremamente popular o Brasil

Este ano foram inscritos 405 projetos, e a premiação totalizou R$ 1,4 milhão, distribuídos nas categorias dança, artes visuais, teatro e, pela primeira vez, música.

De acordo com a presidenta do Cadon, Ruth Pinheiro, o prêmio contribui para elevar a cultura negra de todo o país, o que pode ser demonstrado pelo número de diferentes cidades que apresentaram projetos. “Foi o primeiro prêmio nacional feito exclusivamente para contemplar projetos de cultura afro-brasileira, visando a contemplar não só os artistas, mas também os produtores que trabalham com esta área e não têm recursos. A ação faz parte da democratização dos recursos de cultura. Já estamos na terceira edição, e tem sido um sucesso.”

Além do prêmio em dinheiro, os selecionados também receberam troféu e tiveram seus nomes impressos em catálogo com todos os projetos vencedores, com o intuito de promover os trabalhos dos artistas.

Na categoria música, foram premiados projetos de Mato Grosso, do Maranhão, Pará e de Minas Gerais. Já na categoria teatro, os prêmios foram para o Ceará, Rio Grande do Norte, Pará, para Minas Gerais e o Rio de Janeiro. Na dança, os estados premiados foram Alagoas, Pernambuco, Tocantins, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Nas artes visuais os vencedores são do Distrito Federal, da Paraíba, do Pará, de São Paulo e do Paraná.

A ideia do prêmio surgiu na Bahia, em 2006, durante o II Fórum Nacional de Performance Negra que abordou a necessidade de políticas públicas e editais de financiamento de valorização da cultura e dos artistas afro-brasileiros. A partir daí, já foram duas edições do prêmio, em 2010 e 2011, com apoio do Ministério da Cultura. Elas premiaram em torno de 40 projetos e artistas de todo o país.

Fonte: Agência Brasil

 

Extraído do site vermelho.org.br
http://www.vermelho.org.br/noticia/257799-11

About The Author

Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Asé Omin Oiyn Ilè, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho - Miguel Couto - RJ. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Exerce o cargo de Diretor de Cultura e Comunicação da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. É proprietário da agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras. É editor responsável pelo jornal web Awùre – http://www.awure.jor.br – veículo que aglutina os momentos mais importantes da cultura e religiosidade afro-brasileira.

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