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Diretrizes para o Plano Nacional de Combate à Intolerância Religiosa

No Centro Cultural Justiça Federal (confira programação anexada), delegados, acadêmicos, especialistas, e autoridades civis e religiosas unirão conhecimentos pelos seguintes temas: Intolerância Religiosa e Meio Ambiente; Intolerância Religiosa na Educação; Formas de Combate À Intolerância Religiosa; e Apresentação de Parâmetros para o Plano Nacional de Combate à Intolerância Religiosa. Esta trata de documento importante pelo fim de preconceitos relacionados a crenças. Organizado pelo professor Leonardo Mariano, o “RELIGIÃO E DEMOCRACIA NO BRASIL - Subsídios para o Plano Nacional de Combate a Intolerância Religiosa” pretende congregar elementos históricos e Direitos das Instituições Religiosas, a fim de dar mais um passo pela confecção do Plano Nacional de Combate à Intolerância Religiosa. “O Brasil precisa avançar na questão do respeito ao diferente e, dessa forma, o Plano Nacional de Combate à Intolerância Religiosa tem importância inenarrável na construção da nação”, afirma o babalawo. Também no CCJF, será lançada a segunda edição do livro Caminhando A Gente se Entende, publicação de fotografias das quatro primeiras caminhadas em Defesa da Liberdade Religiosa, realizadas na Praia de Copacabana, aos terceiros domingos de setembro, pela Comissão. Haverá um palco para apresentações de artistas que representam os segmentos religiosos. Padres, ogans, bandas e músicos terminarão o dia em clima de festa. A intenção é levar shows que façam os fiéis e participantes a se identificar através da música. Porém, as atividades culturais também chamarão atenção em um tablado, em diferentes horários do dia. Manifestações ligadas às religiões, como grupos de capoeira, corais, dançarinos, entre outros, tomarão conta deste espaço e complementarão a celebração. No início da noite, às 19h, Varda, OganBambala, Ogan Tião Casemiro, Padre Omar e Arlindo Cruz fecham o dia em grande estilo e com muita alegria.

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Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Asé Omin Oiyn Ilè, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho - Miguel Couto - RJ. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Exerce o cargo de Diretor de Cultura e Comunicação da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. É proprietário da agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras. É editor responsável pelo jornal web Awùre – http://www.awure.jor.br – veículo que aglutina os momentos mais importantes da cultura e religiosidade afro-brasileira.

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