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Documentário Do que Aprendi com Minhas mais Velhas será exibido na mostra Lugar de Mulher é no Cinema

Inédito na Bahia, média-metragem fala sobre tradição, amor e religiosidade

Da Redação (redacao@correio24horas.com.br)

07/04/2017 18:56:00Atualizado em 07/04/2017 18:59:16

 

 

Documentário Do que Aprendi com minhas mais Velhas (Foto: Thiago Gomes/divulgação)

Produzido através do edital Curta afirmativo 2014: Protagonismo de Cineastas Afro-brasileiros na Produção Audiovisual, do Ministério da Cultura, o média-metragem o já foi exibido na 3ª Mostra de Cinema Feminista (2017), em Belo Horizonte (MG). Ainda em 2017, integrará a 11ª Mostra Cinema e Direitos Humanos, que ocorrerá nas 26 capitais brasileiras e no Distrito Federal.O documentário Do que Aprendi com Minhas mais Velhas, dirigido e produzido por Fernanda Júlia Onisajé e Susan Kalik, com roteiro de Susan Kalik e produção da Modupé Produtora, será exibido pela primeira vez na Bahia na Mostra Lugar de Mulher é no Cinema, nesta sábado (08), às 20h, na Sala Walter Silveira, anexo da Biblioteca dos Barris.

Sinopse Do que aprendi com minhas mais velhas é um documentário sobre como a fé no Candomblé é transmitida de geração em geração. Nenguas, Yalorixás e Egbomis contam como aprenderam com seus mais velhos e como ensinam aos seus mais novos. “A mais velha foi aquela que percorreu maior parte do caminho. É referência de entendimento e sabedoria. É mediadora entre os mais novos, as divindades e os ensinamentos do processo iniciático. É por meio da experiência dessas Yás que nós mais novos aprendemos”, explica Fernanda Júlia, que dirige seu primeiro documentário e, atualmente, é diretora teatral e dramaturga do Núcleo Afro-Brasileiro de Teatro de Alagoinhas – Nata.

O documentário surge do questionamento em relação ao nascimento da fé no candomblé. “Trabalho com candomblé há 7 anos, desde que ingressei no Nata. A partir de então, tenho observado a força, o amor e a fé desta religião ancestral e de como essas mulheres, as Nenguas, Yalorixás e Egbomis são a base da conservação e da transmissão desses saberes. Nasce assim o desejo de saber como elas aprenderam com suas mais velhas e de como ensinam aos seus mais novos”, conta Susan Kalik, que também é produtora e diretora na Modupé Produtora, empresa com outros projetos ligados ao Candomblé e Ancestralidade Afro-brasileira.

Mostra – A mostra Lugar de Mulher é no Cinema é realizada pelas produtoras Segredo Filmes, Olho de Vidro Produções e Moara Rocha Produções e apresenta em sua primeira edição curtas de ficção, documentário, animação, experimental e híbrido, de até 20 minutos de duração, dirigidos por mulheres e/ou com mulheres como protagonistas. Nesta primeira edição, que ocorrerá na Sala Walter da Silveira de sábado (8) a até terça, a homenageada é Mônica Simões, cineasta e artista multimídia baiana. Para conferir toda a programação acesse o site www.mostramulhernocinema.com.br.

 

 

Extraído do site do Jornal Correio 24 hs / Salvador   BA
http://www.correio24horas.com.br/single-entretenimento/noticia/documentario-do-que-aprendi-com-minhas-mais-velhas-sera-exibido-na-mostra-lugar-de-mulher-e-no-cinema/?cHash=e0b443947e5eaaa3d5484fe8385ec46b

About The Author

Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Asé Omin Oiyn Ilè, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho - Miguel Couto - RJ. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Exerce o cargo de Diretor de Cultura e Comunicação da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. É proprietário da agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras. É editor responsável pelo jornal web Awùre – http://www.awure.jor.br – veículo que aglutina os momentos mais importantes da cultura e religiosidade afro-brasileira.

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