Breaking News

Enquete TJCE: 52% dos participantes já presenciaram algum tipo de intolerância religiosa

 

enquete_red

 

O tema da redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) deste ano foi “Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil”. O assunto também foi abordado na enquete semanal do Portal do Tribunal de Justiça o Estado do Ceará (TJCE).

Durante uma semana, 62 (53%) internautas responderam que já presenciaram algum tipo de caso de intolerância. Em segundo lugar, 29 (24%) afirmaram que já ouviram falar, mas nunca presenciaram. Já 27 (23%) nunca viram ou souberam de alguma ocorrência dessa natureza. Ao todo, 118 pessoas participaram.

Segundo dados da Secretaria Especial de Direitos Humanos, as principais vítimas da intolerância no Brasil são as religiões de matriz africana, como o candomblé e a umbanda. Depois, vêm as religiões evangélicas e espíritas. A Constituição Federal assegura a liberdade de crença religiosa, bem como o livre exercício a cultos religiosos para todos.

A intolerância religiosa é crime de ódio previsto no artigo 208 do Código Penal Brasileiro. O principal canal da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos para denúncias contra esse tipo de violência é o Disque 100.

Nova enquete

Já está disponível no Portal do TJCE (www.tjce.jus.br) a nova enquete: O Ceará atravessa uma das secas mais prolongadas da sua história. Você acredita que a transposição do Rio São Francisco, prevista para agosto de 2017, vai solucionar esse problema? Participe!

 

 

Extraído do portal do Tribunal de Justiça do Estado do Ceará / Fortaleza – CE
http://www.tjce.jus.br/noticias/enquete-tjce-52-dos-participantes-ja-presenciaram-algum-tipo-de-intolerancia-religiosa/

About The Author

Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Asé Omin Oiyn Ilè, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho - Miguel Couto - RJ. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Exerce o cargo de Diretor de Cultura e Comunicação da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. É proprietário da agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras. É editor responsável pelo jornal web Awùre – http://www.awure.jor.br – veículo que aglutina os momentos mais importantes da cultura e religiosidade afro-brasileira.

Related posts

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *