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Espaço garante a participação do público na construção do Plano Setorial para a Cultura Afro-brasileira

  segunda-feira, 18 / agosto / 2014 by Ascom  
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Foto: Dayane Souza
Está no ar a plataforma digital que facilita a comunicação entre os cidadãos e os responsáveis pela formulação do Plano Setorial para a Cultura Afro-brasileira. Por meio desse espaço, será possível enviar sugestões, opiniões, contribuições e participar ativamente das atividades que envolvem a construção da política pública. Para colaborar, basta acessar o formulário no link:  http://www.palmares.gov.br/?page_id=33774 A ficha conta com perguntas sobre como os cidadãos avaliam a cena cultural negra na região em que vivem, o que ainda necessita de mudanças e como isso poderia ser feito. O objetivo é que, por meio desses questionamentos, seja possível identificar as principais necessidades dos agentes culturais negros brasileiros. Na área o público também tem acesso a agenda das reuniões que estão acontecendo em vários estados, ao caderno de apoio do Plano Setorial, assim como informações relacionadas. Plano Setorial para Cultura Afro-brasileira – Tem o objetivo de cumprir a Meta 46 do Plano Nacional de Cultura. Visa também realizar um conjunto de atividades de subsídio para a construção da política setorial para a cultura afro-brasileira, organizando ações de formação e articulação institucional para a ampliar o debate nos estados brasileiros. A construção do Plano é uma parceria entre a Fundação Cultural Palmares (FCP-MinC), o Colegiado Setorial Afro-brasileiro do CNPC (Conselho Nacional de Políticas Culturais) e as representações de cultura em cada estado brasileiro. Contribua: http://www.palmares.gov.br/?p=32089/  

About The Author

Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Asé Omin Oiyn Ilè, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho - Miguel Couto - RJ. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Exerce o cargo de Diretor de Cultura e Comunicação da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. É proprietário da agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras. É editor responsável pelo jornal web Awùre – http://www.awure.jor.br – veículo que aglutina os momentos mais importantes da cultura e religiosidade afro-brasileira.

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