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Exemplo de amor cristão: ‘macumbeira vai arder nas chamas do tinhoso’

Evangélica detona beata de Iemanja nas redes sociais, que faleceu aos 86 anos.

Por: Carolina Mello 31/05/2017 – 10:09/ Editado em 31/05/2017 – 10:20

Reprodução / Facebook

 

O site EXTRA publicou uma notícia sobre a mãe beata de Iemanjá, miliante social e escritora, que faleceu recentemente com 86 anos de idade. No Facebook, é possível ver os comentários sobre o assunto.
O que mais chamou à atenção foi o repúdio da maioria dos evangélicos que chamaram a senhora de macumbeira e que iria arder no inferno.
Começou uma guerra entre os seguidores da página, uns defendiam a beata, outros diziam que era possivel ouvir os gritos de dor dela ao lado do tinhoso.
Em seguida, é possível ver muitos xingamentos e críticas à postura cristã evangélica, que prega amor, mas faz discurso de ódio nas redes sociais.
O tema principal deixou de ser a morte da mulher e passou a ser a intolerância religiosa, pois muitos começaram a afirmar que a verdadeira salvação da alma está somente nas igrejas evangélicas.

A morte dela foi considerada, por alguns religiosos, um castigo divino, servindo para que outros temam a Deus.
É possível ver os comentários na página oficial do Extra, no Facebook:

 

Extraído do portal de notícias 1News / São Paulo – SP
http://www.1news.com.br/noticia/18023/acredite-se-quiser/exemplo-de-amor-cristao-macumbeira-vai-arder-nas-chamas-do-tinhoso-31052017

About The Author

Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Asé Omin Oiyn Ilè, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho - Miguel Couto - RJ. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Exerce o cargo de Diretor de Cultura e Comunicação da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. É proprietário da agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras. É editor responsável pelo jornal web Awùre – http://www.awure.jor.br – veículo que aglutina os momentos mais importantes da cultura e religiosidade afro-brasileira.

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1 Comment

  1. Ailton

    no artigo sobre a morte de mãe beata de yemanjá, e que pessoas que se dizem cristãs faz comentários maldosos sobre a religião Afro demonstrando ódio e intolerancia a fé, Estamos retrossedendo no tempo e vivendo uma caças as bruxas?.Nós que somos seguidores do candomblé e umbanda seremos queimados em praças públicas por simplesmente sermos seguidores de uma fé que faz parte de nossa cultutura?.A liberdade de expressão de fé e o direito de professar nossa fé é garantido em nossa constituição.Vivemos num país laico, pena que alguns evangélicos não compreendem os ensinamentos do Cristo e destilam comentáriosodiosos que se fossem postos diante do Cristo seriam repreendidas por tal atitude.Podem criticar, nossa crença não acredita em inferno e nem em pecado.Quanto mais criticarem mais nossa fé cresce e mais pessoas se iniciam no candomble por perceberem que os verdadeiros demõnios são essas pessoas que faz tais comentários.Questionem a si próprios se vcs estão sendo manipulados por pastores mercenários, que apregoam o ódio a aversão as religiões que tem doutrinas opostas as suas..Ninguém é obrigado a ser cristão, cada indivíduo tem o direito em escolher a religião que bem entender sem ser criticado. Incitar ódio e intolerancia não é uerracristao.Não preguem o ódio, preguem o amor.Fanatismo leva a guerra, Deus, Zeus,Olorun, Alá, Tupã, Geová…leva ao amor.Seja lá o nome que se dá a força suprema do universo, todos nós cremos em Deus.

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