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Exposição retrata tradições do candomblé

Mostra conta com aqualeras do artista plástico Carybé

Publicação: 27/05/2015 15:21 Atualização: 27/05/2015 15:52

 

As imagens que compõem a mostra foram reunidas, em 1981, no livro "Iconografia dos Deuses Africanos no Candomblé da Bahia". Foto: Carybé/Reprodução
As imagens que compõem a mostra foram reunidas, em 1981, no livro “Iconografia dos Deuses Africanos no Candomblé da Bahia”. Foto: Carybé/Reprodução

Uma visita às tradições do candomblé. Essa é a proposta da exposição As cores do sagrado, que chega ao Recife depois de temporada na Bahia. Com 50 aquarelas do artista plástico Carybé, mostra retrata tradições religiosas voltadas para o culto de deuses africanos. O trabalho poderá ser conferido a partir do dia 9 de junho, na Caixa Cultural Recife.

No dia de abertura, o público terá a opção de participar de duas visitas guiadas pela curadora da exposição, Solange Bernabó. O material fica exposto até 26 de julho.

Imagens retratam rituais típicos do candomblé. Foto: Carybé/Reprodução
Imagens retratam rituais típicos do candomblé. Foto: Carybé/Reprodução


As cores do sagrado 
é um conjunto de obras produzidas ao longo de pesquisa realizada entre 1950 e 1980. Ao longo dos 30 anos de contato com a cultura do candomblé, Carybé transmitiu, através da aquarela, experiências nos terreiros que frequentava. Como a captura de imagens não é permitida nesse tipo de cerimônia, as obras do artista permitem a visualização das práticas da religião.

Serviço

As cores do sagrado
Onde: Caixa Cultural Recife
Quando: De 9 de junho a 26 de julho
Horário: terças a sábado, das 12h às 20h
Entrada gratuita
Informações: 3425-1915
 

Extraído do site do Jornal Diário de Pernambuco / Recife – PE
http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/viver/2015/05/27/internas_viver,578517/exposicao-retrata-tradicoes-do-candomble.shtml

About The Author

Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Asé Omin Oiyn Ilè, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho - Miguel Couto - RJ. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Exerce o cargo de Diretor de Cultura e Comunicação da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. É proprietário da agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras. É editor responsável pelo jornal web Awùre – http://www.awure.jor.br – veículo que aglutina os momentos mais importantes da cultura e religiosidade afro-brasileira.

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