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Feira Cultural Indígena ocupa Fundição Progresso

Evento reúne 20 etnias das cinco regiões do país e contará com venda de artesanato, apresentações de cantos e danças indígenas, contação de histórias, pintura corporal e a exposição “O Rio continua índio”

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Cariocas e turistas em passagem pelo Rio em virtude das Olimpíadas poderão tomar contato com a cultura indígena de, pelo menos, 20 etnias brasileiras, durante a realização da feira “Cultura Indígena Ocupa Fundição”, entre os dias 11 e 14 de agosto e 18 e 21 de agosto, das 14h às 20h, na Fundição Progresso. Além da venda de artesanato, haverá apresentações de cantos e danças indígenas, contação de histórias, pintura corporal e a exposição “O Rio de Janeiro continua índio”. O evento é uma realização da Secretaria de Estado de Cultura (SEC), em parceria com a Associação Indígena Aldeia Maracanã (AIAM), com o apoio da Fundição Progresso e do Museu da Justiça. A entrada é franca.

O Brasil tem uma das mais ricas diversidades culturais do mundo, com mais de 300 povos indígenas falantes de cerca de 180 línguas distintas. Por isso, o encontro será uma excelente oportunidade para todos conhecerem um pouco mais sobre a história, saberes tradicionais e a riqueza cultural dos povos originários do país. Participarão das atividades os grupos Pataxó (BA), Tukano (AM), Guarani (RJ), Xavante (MT), Kayapó (PA), Tupi-Guarani (SP), Kaingang (RS), Xucuru Kariri (AL), Karajá (TO), Ashaninka (AC), Guajajara (MA), Fulni-ô (PE), Assurini  (PA), Sateré Mawé (AM), Puri (RJ e MG), Tabajara (CE), Apurinã (AC), Pankararu (PE), Huni-Kuin/AC e Potiguara (RN), entre outros povos indígenas brasileiros.

Montada originalmente no Museu da Justiça do Rio de Janeiro, em agosto de 2015, a exposição é composta por painéis ilustrados por fotos, mapas e gravuras, que abordam a presença dos indígenas no estado do momento da chegada dos europeus, em 1500, aos dias de hoje.

A Associação Indígena Aldeia Maracanã (AIAM) é composta por indígenas de diversas etnias que, em outubro de 2006, iniciaram uma ocupação cultural do prédio abandonado do antigo Museu do Índio, localizado ao lado do estádio do Maracanã. Atividades culturais foram desenvolvidas no local, que passou a ser mundialmente conhecido como “Aldeia Maracanã”. A partir de julho de 2013, com a retomada do diálogo com o governo do estado, por meio da Secretaria de Estado de Cultura, o prédio foi tombado pelo Inepac/RJ e pelo IRPH/Rio e destinado, por decreto do governador, à criação de um Centro de Referência da Cultura Viva dos Povos Indígenas. Este projeto encontra-se em fase de captação dos recursos para o restauro do prédio e as adequações necessárias.

A SEC, em parceria com a AIAM, vem realizando desde 2013 diversas atividades com a comunidade indígena, como as oficinas na rede estadual de Bibliotecas-Parque, em 2014, as três edições das comemorações do Dia do Índio no Parque Lage, além da participação destes em eventos como a Feira do Lavradio, que acontece mensalmente, e a Feira da Providência, anual. Estas ações visam preservar o patrimônio cultural dos povos indígenas do Brasil e difundir seus saberes tradicionais e suas práticas.

A Fundição Progresso é um complexo cultural que une escola de artes, residências artísticas e palco para grandes shows musicais. Localizado no bairro histórico da Lapa, é um grande centro de referência da cultura brasileira e mantém estreita relação com a cultura indígena, o que faz do espaço o local ideal para receber os povos tradicionais durante as Olimpíadas.

Atenciosamente,

Edgardo Freitas​

Gerência de Identidades Culturais

Coordenadoria de Diversidade Cultural

Superintendência de Cultura e Território

Secretaria de Estado de Cultura

Governo do Estado do Rio de Janeiro

21 2216 8500. Ramais: 230/ 232

cultura.rj.gov.br

 

 

Fonte: Release

About The Author

Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Asé Omin Oiyn Ilè, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho - Miguel Couto - RJ. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Exerce o cargo de Diretor de Cultura e Comunicação da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. É proprietário da agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras. É editor responsável pelo jornal web Awùre – http://www.awure.jor.br – veículo que aglutina os momentos mais importantes da cultura e religiosidade afro-brasileira.

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