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Feliciano diz que ataque a menina do candomblé é ‘barbaridade’

Publicação: 18/06/2015 11:02 Atualização:

O deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) afirmou na quarta-feira que os dois suspeitos de apedrejar a estudante de 11 anos praticante de candomblé devem ser enquadrados no mesmo artigo do Código Penal usado pelo parlamentar para processar os organizadores da Parada Gay. Feliciano condenou o ato que, segundo testemunhas, teria sido praticado por evangélicos.

“Nunca tinha ouvido falar de tal acontecimento partindo de evangélicos. Existem loucos em todo lugar. Se forem (evangélicos), cadeia para eles. Religião não é escudo contra o crime.” O deputado disse que a ação foi uma “barbaridade” e prometeu fazer pronunciamento sobre o assunto no plenário.

A menina foi apedrejada na cabeça enquanto caminhava vestida com trajes típicos do candomblé, no último domingo, no Rio. Ontem, ela passou pelo exame de corpo de delito no Instituto Médico-Legal (IML). Até a noite de ontem, a polícia não havia identificado os suspeitos.

About The Author

Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Asé Omin Oiyn Ilè, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho - Miguel Couto - RJ. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Exerce o cargo de Diretor de Cultura e Comunicação da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. É proprietário da agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras. É editor responsável pelo jornal web Awùre – http://www.awure.jor.br – veículo que aglutina os momentos mais importantes da cultura e religiosidade afro-brasileira.

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