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Filhos de Dona Maria fazem o samba de origem africana ao Sala Musical

O grupo musical se conheceu tocando nas noites de Brasília e se familiarizou mais por meio da religião, de onde veio o nome do quarteto

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Samba, 1925, quadro de Di Cavalcanti Tetraktys / CC-BY-NC-ND / Wikimedia Commons
Samba, 1925, quadro de Di Cavalcanti Tetraktys / CC-BY-NC-ND / Wikimedia Commons

Sala Musical do programa Revista Brasília desta sexta-feira (4) recebeu o grupo musical Filhos de Dona Maria. O quarteto formado por Amílcar Paré, Khalil Santarém, Vinicius Oliveira e Artur Senna, se conheceu  tocando nas noites, mas principalmente por conta da religião: são praticantes do Candomblé.

O grupo recebeu o nome de Filhos de Dona Maria, por causa da entidade espiritual da religião africana de quem são filhos e numa festa do Candomblé, quando dona Maria Padilha foi consultada e aprovou dar o nome ao grupo.

Os Filhos de Maria têm influência na cultura afro, utilizando o samba com uma mistura do afoxé, abrangendo o ritmo dentro das diversas formas que ele se apresenta, de onde veio e de onde surgiu. Para Amílcar Paré a cultura afrobrasileira e a música negra têm uma aceitação muito grande na sociedade, “nós devemos usar desses meios para tocar nessa questão política, racial e da intolerância religiosa”, afirma.

Os Filhos de Maria trouxeram músicas do CD atual e do próximo trabalho que vão lançar em breve, que tem várias composições de músicos de Brasília e do Rio de Janeiro.

Acompanhe a entrevista dos Filhos de Maria, sua história, músicas e agenda de shows no Sala Musical do Revista Brasília, com Miguelzinho Martins, na Rádio Nacional de Brasília.

 

 

Produtor: joana Darc Lima

Revista Brasília em 04/09/2015 – 14:40

atualizado em 04/09/2015 – 14:57

 

Extraído do portal de rádios da EBC
http://radios.ebc.com.br/revista-brasilia/edicao/2015-09/filhos-de-dona-maria-trazem-o-samba-de-origem-africana-ao-sala

About The Author

Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Asé Omin Oiyn Ilè, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho - Miguel Couto - RJ. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Exerce o cargo de Diretor de Cultura e Comunicação da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. É proprietário da agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras. É editor responsável pelo jornal web Awùre – http://www.awure.jor.br – veículo que aglutina os momentos mais importantes da cultura e religiosidade afro-brasileira.

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