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Folião ou trabalhador que for vítima de racismo no Carnaval deve procurar atendimento na mesma hora

Unidade itinerante estará disponível nos circuitos da folia

 

Do R7 | 21/2/2017 às 16h44 (Atualizado em 21/2/2017 às 16h44)

 

Denúncia também pode ser feita por telefoneThinkstock

A partir desta quinta-feira (23), o Centro Nelson Mandela Itinerante inicia o atendimento a vítimas de racismo e intolerância religiosa no Carnaval.  O posto fixo, que reunirá diversos órgãos públicos e instituições do Sistema de Garantia dos Direitos da Criança e do Adolescente, será aberto às 10h.
A ação é da Sepromi (Secretaria de Promoção da Igualdade Racial do Estado), com orientação jurídica na sede do Procon, na rua Carlos Gomes. A equipe estará de plantão até terça-feira (28), das 14h às 22h.

De acordo com a secretaria, equipes de técnicos especializados farão abordagem qualificada para o monitoramento das situações de intolerância. Outro canal de denúncia é a OGE (Ouvidoria Geral do Estado), através do telefone 0800 284 0011. Os casos serão encaminhados para a Rede de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa do Estado da Bahia.

De acordo com a diretora da Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos, Irina Bacci, do Ministério da Justiça e Cidadania, que gere o Disque 100, o grande diferencial da parceria com a SJDHDS é a atuação itinerante.

— É um fluxo diferenciado. Ao receber a denúncia no Disque 100, acionamos na mesma hora a equipe disponibilizada pela secretaria, que estará atuando nas ruas de Salvador e, com isso, abre-se essa possibilidade da verificação in loco e, consequentemente, da atuação imediata contra a violação dos direitos humanos.

As denúncias também podem ser feitas no Plantão Integrado ou via telefone, disponibilizado especialmente para o Carnaval (3116-0567). Todas as ocorrências serão compiladas, sistematizadas e analisadas, servindo como base de dados para novas ações estratégicas de superação das violações detectadas.

 

Extraído do Caderno Carnaval 2017 do portal R7 / São Paulo – SP
http://noticias.r7.com/bahia/carnaval-salvador-2017/foliao-ou-trabalhador-que-for-vitima-de-racismo-no-carnaval-deve-procurar-atendimento-na-mesma-hora-21022017

About The Author

Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Asé Omin Oiyn Ilè, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho - Miguel Couto - RJ. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Exerce o cargo de Diretor de Cultura e Comunicação da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. É proprietário da agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras. É editor responsável pelo jornal web Awùre – http://www.awure.jor.br – veículo que aglutina os momentos mais importantes da cultura e religiosidade afro-brasileira.

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