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Fundação Bunge cria sala histórica em homenagem ao Moinho Fluminense

Tombado patrimônio histórico, o prédio que desde o século XIX abrigava o moinho da Bunge Brasil, recebe homenagem em projeto idealizado pelo Centro de Memória Bunge   unnamed-2unnamed-1 Fundado em 1887 por uma outorga assinada pela Princesa Isabel, o prédio do Moinho Fluminense, no Rio de Janeiro, na época, capital do Brasil, abrigou atividades da Bunge Brasil até 2016. O prédio histórico, tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, deve abrigar um complexo que será uma das âncoras do projeto Porto Maravilha.  Durante décadas, o Moinho Fluminense foi de grande importância e palco de muitos momentos da história do País, como a eclosão da Revolta Armada de 1893, por exemplo, que levou Rui Barbosa - primeiro Ministro da Fazenda da era Republicana - a buscar refúgio dentro do Moinho Fluminense, com ajuda do seu amigo Carlos Gianelli, então proprietário do local. Com a mudança da planta para Duque de Caxias, na baixada fluminense, a Bunge Brasil, que sempre teve o cuidado de preservar e disseminar sua memória e, consequentemente a memória da industrialização do Brasil, criou, por meio do Centro de Memória Bunge, uma “Sala Histórica” na nova unidade, que reflete os principais elementos desta história, através de imagens, objetos, documentos, maquinários e mobiliário preservados. “A “Sala Histórica” oferece aos visitantes uma viagem no tempo. Em poucos passos podemos vivenciar 130 anos de história do Moinho e do Brasil. Cria-la foi uma forma de preservar e disseminar esta memória, mas também de homenagear o Moinho Fluminense e sua história”, conta Ana Isabel Ferraz, coordenadora do Centro de Memória Bunge. A concepção da Sala Histórica foi centrada nas figuras emblemáticas da passarela, que faz parte do traçado urbano do centro da cidade do Rio de Janeiro desde o começo do século passado, da azulejaria transposta da antiga sede, que representa o tempo e no trabalhador, personagem principal da história do Moinho. Para melhor contar esta história, a Sala foi setorizada em eixos temáticos: TrabalhadorArquitetura Trajetória do Moinho, para retratar seus quase 130 anos. Para o eixo Trabalhador foi criado um mosaico fotográfico de atividades ligadas à farinha de trigo onde aparecem padeiros exercendo seu oficio, carregadores de sacos de farinha, publicidades antigas, interior de padarias e postos para venda de produtos. Neste mesmo módulo totens servem como suporte para as principais marcas já produzidas no Moinho, Primor e Ouro Real; uma escultura de autoria de Bruno Giorgi em comemoração ao centenário do Moinho e um sino em bronze maciço, que ecoou pela primeira vez no Moinho Fluminense um ano antes da abolição da escravatura, para convocar os funcionários ao trabalho. Um Moinho Thomas Robinson, utilizado no século XIX para moagem de trigo e uma maquete, restaurada seguindo os critérios e técnicas utilizadas na época de sua produção, preservando sua originalidade complementam o módulo. O eixo temático Arquitetura ilustra a evolução arquitetônica do prédio e seu entorno. A partir da coleção iconográfica foi possível selecionar imagens do prédio do Moinho Fluminense e a evolução urbana do centro da cidade do Rio de Janeiro desde o final de XIX até meados dos anos 1950. Para o eixo dedicado à Trajetória do Moinho foi utilizado como elemento museológico uma linha do tempo em azulejaria que estava no antigo Moinho Fluminense, destacando os principais marcos da história da cidade, do país e da Bunge. Foi realizada a remoção, restauro e reinstalação dos azulejos na nova sede do Moinho Fluminense na cidade de Duque de Caxias. A linha do tempo começa em 1887, com o alvará de funcionamento do Moinho Fluminense assinado pela Princesa Isabel – este também presente na Sala Histórica através de uma réplica – e finaliza com novas inserções para atualização da história e registro da mudança do Moinho para sua nova sede em Duque de Caxias/RJ.   Sobre a Fundação Bunge unnamed-4Criada em 1955, a Fundação Bunge, entidade social da Bunge Brasil, atua em diferentes frentes, sempre com o compromisso de valorizar pessoas. Nossos programas buscam valorizar o passado, garantindo que os aprendizados vividos não se percam (Centro de Memória Bunge), transformar o presente com ações de desenvolvimento dentro de um tempo e lugar (Comunidade Integrada, Semear Leitores e Comunidade Educativa) e construir o futuro, premiando iniciativas que fazem a diferença (Prêmio Fundação Bunge).   Informações à Imprensa unnamedCDN Comunicação Marleide Rocha – marleide.rocha@cdn.com.br Erick Paytl – erick.paytl@cdn.com.br Raquel Brito – raquel.brito@cdn.com.br 11 3643-2790  / 3643-2919 / 3643-2842   Fonte: Release ASCOM

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Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Asé Omin Oiyn Ilè, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho - Miguel Couto - RJ. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Exerce o cargo de Diretor de Cultura e Comunicação da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. É proprietário da agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras. É editor responsável pelo jornal web Awùre – http://www.awure.jor.br – veículo que aglutina os momentos mais importantes da cultura e religiosidade afro-brasileira.

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