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Fundação Palmares propõe articulação institucional para a cultura afro-brasileira

Igualdade Racial

O programa Diálogos Palmares tem a expectativa de conceituar e definir as prioridades Plano Nacional de Cultura (PNC) no setor

por Portal BrasilPublicado: 26/08/2015 20h17Última modificação: 27/08/2015 14h06

 

Em entrevista ao Portal Brasil, a presidente da Fundação Cultural Palmares, Cida Abreu, comentou que, com o lançamento do programa Diálogos Palmares, a fundação reinaugura um processo de articulação institucional com o Ministério da Cultura e outras áreas da sociedade.

Lançado nesta quarta-feira (26), no Palácio da Justiça, em Brasília, o programa pretende conceituar e definir as prioridades e investimentos do Plano Nacional de Cultura. O foco será o reconhecimento, a valorização e a promoção da diversidade de expressões culturais afro-brasileiras, urbana e de periferia.

 

 

Além disso, estão na mira do programa a proteção das comunidades tradicionais quilombolas, de matrizes africanas e indígenas e o fomento para a economia da cultura e produção audiovisual.

Dentre as propostas citadas no evento estão a produção de um edital de literatura, o Encontro Nacional de Estudantes Quilombolas (em 2016) e os editais ligados ao Sistema Nacional de Cultura Afro-Brasileira. Este último, visa difundir os costumes de uma sociedade e suas tradições, como o samba de roda, a congada, o afoxé, a capoeira, o maracatu, matrizes africana, quilombola, indígena, territórios urbanos, fortalecendo as culturas contemporânea de periferia; a exemplo do hip hop e do funk.

O presidente do Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversão do Estado do Rio de Janeiro, Jorge Coutinho, comemora a iniciativa.

Fonte: Portal Brasil, com informações da Fundação Cultural Palmares.

 

Extraído do site Portal Brasil
http://www.brasil.gov.br/cidadania-e-justica/2015/08/fundacao-palmares-propoe-articulacao-institucional-para-a-cultura-afro-brasileira

About The Author

Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Asé Omin Oiyn Ilè, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho - Miguel Couto - RJ. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Exerce o cargo de Diretor de Cultura e Comunicação da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. É proprietário da agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras. É editor responsável pelo jornal web Awùre – http://www.awure.jor.br – veículo que aglutina os momentos mais importantes da cultura e religiosidade afro-brasileira.

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