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Grial: Grupo de dança apresenta espetáculo sobre a feminilidade dos orixás

 

O espetáculo, que tem o solo de Maria Paula e direção de Eric Valença, estreia neste sábado (21), às 20h, e domingo (22) às 18h no teatro Hermilo Borba Filho

Divulgação

Publicado em 20/01/2017 , às 17 h27

Dentro da programação do Janeiro de Grandes Espetáculos, o Grupo Grial – coletivo pernambucano que completa 20 anos em 2017 – lança sua mais nova apresentação: “Amor Segundo As Mulheres de Xangô”. O espetáculo, que tem o solo de Maria Paula e direção de Eric Valença, estreia neste sábado (21), às 20h, e também será executado no domingo (22), às 18h, no teatro Hermilo Borba Filho, na Rua do Apolo, centro do Recife.

A companhia de dança, fundada por Ariano Suassuna em parceria com a bailarina e coreógrafa Maria Paula Costa, se baseou na feminilidade presente na religião afro para compor a apresentação. No solo, a bailarina Maria Paula transpõe para o corpo uma dramaturgia sobre a entrega, o amor, a sedução e a disputa entre as três mulheres de Xangô: Oxum, Obá e Iansã. Os ingressos custam R$ 20 a inteira e R$ 10 a meia e podem ser comprados no site ou na bilheteria do teatro.

Comemorações dos 20 anos do Grupo Grial com o espetáculo “Terra”

As comemorações dos 20 anos do grupo terão, além da estreia de “Amor Segundo As Mulheres de Xangô”, uma nova temporada do espetáculo “Terra”, penúltimo show da companhia. A apresentação será na Caixa Cultural, localizada o bairro do Recife, entre os dias 2 e 4 de fevereiro e 9 e 11 do mesmo mês.

Esse espetáculo foi a terceira e última criação da trilogia “Uma História, Duas ou Três”. Nela, o Grial falou sobre a narrativa popular da formação da identidade cultural brasileira.

 

 

Extraído do portal de notícias NE10 / Recife – PE
http://entretenimento.ne10.uol.com.br/cine-e-teatro/noticia/2017/01/20/grupo-de-danca-apresenta-espetaculo-sobre-a-feminilidade-dos-orixas-657984.php

About The Author

Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Asé Omin Oiyn Ilè, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho - Miguel Couto - RJ. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Exerce o cargo de Diretor de Cultura e Comunicação da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. É proprietário da agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras. É editor responsável pelo jornal web Awùre – http://www.awure.jor.br – veículo que aglutina os momentos mais importantes da cultura e religiosidade afro-brasileira.

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