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Grupos afro visitam busto de Mãe Gilda contra intolerância religiosa

21/01/2015 16h05 – Atualizado em 21/01/2015 16h05

Flores foram depositadas por adeptos do candomblé e do movimento negro.
Mãe de santo teve problema de saúde agravado pela perseguição religiosa.

 

 

Para marcar o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, lideranças do candomblé e de outras religiões de matriz africana, junto ao movimento negro, depositaram, na manhã desta quarta-feira (21), flores no busto de Mãe Gilda, no Parque do Abaeté, no bairro de Itapuã, em Salvador. (Foto: Elói Corrêa/GOVBA)
Para marcar o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, lideranças do candomblé e de outras religiões de matriz africana, junto ao movimento negro, depositaram, na manhã desta quarta-feira (21), flores no busto de Mãe Gilda, no Parque do Abaeté, no bairro de Itapuã, em Salvador. (Foto: Elói Corrêa/GOVBA)

 

A data foi instituída em 2007 em memória de Gildásia dos Santos, que morreu há 15 anos por problemas de saúde agravados pela perseguição religiosa, após seu terreiro ser invadido e violado. (Foto: Elói Corrêa/GOVBA)
A data foi instituída em 2007 em memória de Gildásia dos Santos, que morreu há 15 anos por problemas de saúde agravados pela perseguição religiosa, após seu terreiro ser invadido e violado. (Foto: Elói Corrêa/GOVBA)

 

O ato simbólico foi organizado pelo terreiro Axé Abassá de Ogum, fundado pela ialorixá, e contou com as presenças de representantes do governo estadual e músicos do bloco Malê Debalê. (Foto: Elói Corrêa/GOVBA)
O ato simbólico foi organizado pelo terreiro Axé Abassá de Ogum, fundado pela ialorixá, e contou com as presenças de representantes do governo estadual e músicos do bloco Malê Debalê. (Foto: Elói Corrêa/GOVBA)

 

Para Mãe Jaciara dos Santos, filha biológica de Mãe Gilda (que aparece em frente ao busto) e atual ialorixá do Abassá de Ogum, a homenagem lembra a luta pela liberdade de culto e respeito às religiões afrobrasileiras simbolizadas no monumento, que foi inaugurado há três meses. (Foto: Elói Corrêa/GOVBA)
Para Mãe Jaciara dos Santos, filha biológica de Mãe Gilda (que aparece em frente ao busto) e atual ialorixá do Abassá de Ogum, a homenagem lembra a luta pela liberdade de culto e respeito às religiões afrobrasileiras simbolizadas no monumento, que foi inaugurado há três meses. (Foto: Elói Corrêa/GOVBA)

 

Extraído do Portal de Notícias G1/Salvador-BA
http://g1.globo.com/bahia/noticia/2015/01/grupos-afro-visitam-busto-de-mae-gilda-contra-intolerancia-religiosa.html

About The Author

Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Asé Omin Oiyn Ilè, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho - Miguel Couto - RJ. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Exerce o cargo de Diretor de Cultura e Comunicação da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. É proprietário da agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras. É editor responsável pelo jornal web Awùre – http://www.awure.jor.br – veículo que aglutina os momentos mais importantes da cultura e religiosidade afro-brasileira.

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