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Instituições discutem viabilização do ensino da cultura e história afro-brasileira

EDUCAÇÃO04/03/2015

 

img_DSC01747 _Copy__mdO Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Defesa dos Direitos Humanos (CAO-DH) e a Coordenadoria Estadual de Defesa da Educação (Proeduc) do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) realizaram, na sexta-feira, 27, reunião com representantes do Poder Público e da sociedade civil para discutir estratégias de implementação da Lei de Diretrizes e Bases (LDB) nas escolas no que diz respeito ao ensino da cultura e história afro-brasileira, conforme previsto na Lei n.º 10.639/03.

No encontro, foram debatidos os principais desafios para a implementação da Lei nº 10.639/03, assim como estratégias conjuntas para a efetiva inserção do tema nos currículos escolares. Para a coordenadora do CAO-DH, promotora de Justiça Nívia Mônica da Silva, “é necessário construir parâmetros conjuntos entre estado e sociedade civil que abordem o aperfeiçoamento do material didático e a formação de gestores e educadores, bem como ampliar a articulação entre os diversos setores atuantes na matéria”.

Como resultado da reunião foi deliberada, entre outras medidas, a celebração de Termo de Cooperação Técnica entre as Secretarias Estadual e Municipal de Educação, com a interveniência do MPMG, para o estabelecimento e registro das estratégias e ações conjuntas voltadas à efetiva implementação da Lei n.º 10.639/03.

O encontro na sede do MPMG contou com a presença de representantes das Secretarias Estadual e Municipal de Educação, da promotora de Justiça da 18ª Promotoria de Justiça de Defesa dos Direitos Humanos da capital Janaína Dauro, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), do Fórum de Educação e Diversidade Étnico-Racial de Minas Gerais, do vice-presidente da Comissão Nacional de Promoção de Igualdade do Conselho Federal da OAB, Humberto Adami Santos Júnior, do Conselho Municipal de Igualdade Racial, do Instituto Iara e da Coordenadoria de Inclusão e Mobilização Sociais (Cimos) do MPMG, entre outras entidades que atuam em defesa da igualdade racial no estado.

 
Ministério Público de Minas Gerais
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04/03/201

 

Extraído do site do Ministério Público de Minas Gerais
https://www.mpmg.mp.br/comunicacao/noticias/instituicoes-discutem-viabilizacao-do-ensino-da-cultura-e-historia-afro-brasileira.htm#.VPnigfnF9S8

 

About The Author

Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Asé Omin Oiyn Ilè, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho - Miguel Couto - RJ. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Exerce o cargo de Diretor de Cultura e Comunicação da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. É proprietário da agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras. É editor responsável pelo jornal web Awùre – http://www.awure.jor.br – veículo que aglutina os momentos mais importantes da cultura e religiosidade afro-brasileira.

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