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Intolerância religiosa pode levar a conflitos de rua, diz advogado

SÁBADO, 22 DE AGOSTO DE 2015

 

'Pastores neopentecostais propagam o ódio'
‘Pastores
neopentecostais
propagam o ódio’

A intolerância contra as religiões de afrodescendentes por parte de pastores neopentecostais, em programas de TV, poderá resultar em conflitos de rua, advertiu o advogado Hédio Silva Jr.

“Se as autoridades públicas não se derem conta de que isso [a intolerância] é um problema crescente, nós podemos ter conflitos coletivos sérios, em decorrência dessa gramática que projeta o outro que deve ser destruído.”

Para ele, Brasil está caminhando “a passos largos” nesse sentido.

Silva é o autor da ação judicial vitoriosa contra os programas da TV Record e Rede Viva por incitarem ódio e discriminação aos seguidores de candomblé e umbanda.

O juiz federal em São Paulo Djalma Moreira Gomes determinou às duas emissoras que veiculem quatro programas de uma hora de duração cada um deles para que religiões de afro-brasileiras possam se defender da discriminação e estigma.

Silva tem a expectativa de que esses programas sejam o marco de partida da reação da sociedade à propagação de ódio na TV. Disse que os pastores vão ter de “respeitar a diversidade religiosa”.

O advogado disse ainda que em país laico, como o Brasil, todos têm direito a uma crença, mas isso implica respeito à religião do outro e também a quem não professa credo algum.

“Essa violência é inadmissível”

 


Com informações da TV Brasil. 

Leia mais em http://www.paulopes.com.br/2015/08/intolerancia-religiosa-pode-levar-a-conflitos-de-rua-diz-advogado.html#ixzz3jhohxJCp
Paulopes informa que reprodução deste texto só poderá ser feita com o CRÉDITO e LINK da origem.

 

Extraído do blog do Jornalista Paulo Lopes
http://www.paulopes.com.br/2015/08/intolerancia-religiosa-pode-levar-a-conflitos-de-rua-diz-advogado.html#.VdjZ3vZVjzl

About The Author

Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Asé Omin Oiyn Ilè, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho - Miguel Couto - RJ. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Exerce o cargo de Diretor de Cultura e Comunicação da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. É proprietário da agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras. É editor responsável pelo jornal web Awùre – http://www.awure.jor.br – veículo que aglutina os momentos mais importantes da cultura e religiosidade afro-brasileira.

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