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Judoca muçulmano deu exemplo de intolerância na Olimpíada

SÁBADO, 13 DE AGOSTO DE 2016

 

  Sasson estendeu a mão, e Shehaby virou o rosto
Sasson estendeu a mão, e Shehaby virou o rosto

A pior imagem da Olimpíada Rio 2016 que entrou para a história registrou-se na sexta-feira (12): derrotado pelo judeu Or Sasson, de Israel, o judoca muçulmano Islam El Shehaby, do Egito, se recusou a cumprimentar o oponente [ver vídeo abaixo].

O que houve foi além de uma grave violação à ética do judô, mas uma demonstração de intolerância religiosa, de ódio.

Shehaby saiu do estádio sob vaia.

Não se pode, é claro, fazer juízo de valor dos muçulmanos com base na atitude Shehaby.

Mas o fato é que até agora, ao menos no Brasil, nenhuma entidade de representação de muçulmanos veio a público para repudiar a demonstração de ódio do judoca.

Os muçulmanos tidos como moderados sempre se calam diante da ação dos extremistas. Eis o problema.

Certo mesmo estava Christopher Hitchens (1940-2011), que costumava diz que “a religião envenena tudo”.


Com informação das agências e foto reproduzida de vídeo de Youtube.

Extraído do blog do Jornalista Paulo Lopes
http://www.paulopes.com.br/2016/08/judoca-muculmano-deu-exemplo-de-intolerancia-na-olimpiada.html#.V6_7oigrLIV
Leia mais em http://www.paulopes.com.br/2016/08/judoca-muculmano-deu-exemplo-de-intolerancia-na-olimpiada.html#ixzz4HHPU4XWY 
Paulopes informa que reprodução deste texto só poderá ser feita com o CRÉDITO e LINK da origem.

About The Author

Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Asé Omin Oiyn Ilè, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho - Miguel Couto - RJ. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Exerce o cargo de Diretor de Cultura e Comunicação da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. É proprietário da agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras. É editor responsável pelo jornal web Awùre – http://www.awure.jor.br – veículo que aglutina os momentos mais importantes da cultura e religiosidade afro-brasileira.

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