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Justiça condena Record por ofender religiões afro-brasileiras; entenda.

Postado por: UOL.com.br em Entretenimento, Novelas 12 de maio de 2015 - 18:20:14 O  Grupo Record foi condenado na 25ª Vara Federal Cível de São Paulo, por conta de reportagens consideradas ofensivas contra as religiões afro-brasileiras. O juiz Djalma Moreira deferiu o pedido feito pelo Ministério Público Federal (MPF), pelo Instituto Nacional de Tradição e Cultura Afro-Brasileira (INTECAB) e pelo Centro de Estudos das Relações de Trabalho e da Desigualdade (CEERT), que ajuizaram a ação civil pública contra a própria Rede Record, como também a antiga Rede Mulher, extinta em 2007, que deu lugar à Record News. O MPF entrou com o pedido, alegando que as religiões afro-brasileiras vêm sofrendo constantes agressões em programas por elas veiculadas, o que é vedado pela Constituição Federal, que proíbe a demonização de religiões por outras. “Os fatos imputados na inicial estão comprovados e são, ademais, incontroversos”, relatou o juiz em sua sentença. A Record foi condenada a exibir oito programas (4 inéditos e 4 reprises) em cada uma das emissoras, mostrando uma espécie de direito de resposta para tais religiões, nos horários em que as reportagens deferidas como ofensivas foram ao ar – estes não divulgados pelo Diário Oficial da União. Resta a dúvida sobre o caso da condenação da Rede Mulher. Como foi extinta, ainda não se sabe se a ordem irá para a Record News, sua sucessora. A decisão cabe recurso no Supremo Tribunal Federal.   Extraído do portal de notícias Boa Informação http://boainformacao.com.br/2015/05/justica-condena-record-por-ofender-religioes-afro-brasileiras-entenda/

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Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Asé Omin Oiyn Ilè, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho - Miguel Couto - RJ. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Exerce o cargo de Diretor de Cultura e Comunicação da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. É proprietário da agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras. É editor responsável pelo jornal web Awùre – http://www.awure.jor.br – veículo que aglutina os momentos mais importantes da cultura e religiosidade afro-brasileira.

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