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Liberdade de culto é conquista dos direitos civis, diz professor

Apesar da diversidade, Brasil registra histórico de intolerância em relação aos cultos afro-brasileiros

   http://radios.ebc.com.br/tarde-nacional-brasilia/edicao/2015-01/brasil-tem-muita-variedade-de-religiao-e-e-bastante-pacifico
Representantes de diversas religiões compareceram à posse da presidenta Dilma Roussef. Foto: RafaB/Blog do Planalto/CC BY-NC-SA 2.0
Representantes de diversas religiões compareceram à posse da presidenta Dilma Roussef.
Foto: RafaB/Blog do Planalto/CC BY-NC-SA 2.0
Para lembrar o Dia da Liberdade de Culto, celebrado em 7 de janeiro, o Tarde Nacional convidou o professor de Filosofia da Religião, da Universidade de Brasília, Agnaldo Cuoco. Ele relembra que, até 1976, os Terreiros ou Casas de Santos tinham que ser registrados na Polícia, para ter autorização para funcionar, porque havia preconceito com os cultos afro-brasileiros. No entanto, Agnaldo Cuoco afirma que isto foi combatido e hoje há bastante respeito e convivência pacífica, em comparação a outros lugares do mundo, onde a convivência entre religiões é bastante conflitiva. Na Nigéria, por exemplo, o Norte, que é mulçumano, e o Sul que é cristão vive uma verdadeira guerra, disse Agnaldo Cuoco. O professor cita o atentado à uma revista francesa, em Paris, atribuído à intolerância religiosa. A liberdade de culto é uma conquista dos direitos civis no mundo e é a expressão da autonomia do direito dos outros, lembrou o professor. Confira esta análise sobre religião na entrevista com o professor de Religião da UnB ao programa Tarde Nacional, da Rádio Nacional de Brasília. Produtor Joana Darc Lima     Extraído do site radios EBC http://radios.ebc.com.br/tarde-nacional-brasilia/edicao/2015-01/brasil-tem-muita-variedade-de-religiao-e-e-bastante-pacifico

About The Author

Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Asé Omin Oiyn Ilè, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho - Miguel Couto - RJ. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Exerce o cargo de Diretor de Cultura e Comunicação da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. É proprietário da agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras. É editor responsável pelo jornal web Awùre – http://www.awure.jor.br – veículo que aglutina os momentos mais importantes da cultura e religiosidade afro-brasileira.

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