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Malafaia diz que evangélicos repudiam ataque a menina candomblecista

Ele pediu a identificação e a prisão dos homens que atacaram a garota independente da religião deles

por Leiliane Roberta Lopes | 19/06/2015 – 11:20 – Atualizado em 19/06/2015 – 11:21

 

 

Que os culpados sejam punidos, diz Malafaia sobre menina apedrejada
Que os culpados sejam punidos, diz Malafaia sobre menina apedrejada

Silas Malafaia se pronunciou a respeito do caso da garota de 11 anos que foi apedrejada na saída de um culto de candomblé no bairro da Penha, no Rio de Janeiro. O pastor pediu para que os culpados sejam punidos, mesmo que sejam evangélicos.

O religioso afirmou que os evangélicos não são a favor da violência e questionou informações da imprensa de que os líderes religiosos se calam diante de fatos como esse. “A gente repudia qualquer violência, não é só questão religiosa, não. Questão religiosa é mais vergonhoso ainda”, disse.

Malafaia ainda é a favor da identificação e prisão dos acusados, independente de serem evangélicos ou não. “Se é evangélico [que atirou a pedra na garota] mete na cadeia, vai fazer um favor pra nós”.

O que ele não aceita é dizer que nenhum pastor quis comentar o caso.

“Que conversa é essa que a liderança evangélica não se posiciona? Toda semana eu sou procurado por jornalista pra falar sobre um monte de assunto, nenhum jornalista me procurou para falar sobre isso. Eu  sou presidente do Conselho de Pastores do Estado do Rio de Janeiro e sou presidente do Conselho de Pastores do Brasil eu não fui procurado por ninguém da imprensa”, disse.

O líder religioso aproveitou para esclarecer que nenhum evangélico é a favor da violência. “Nós repudiamos isso, não aceitamos, acreditamos que a sociedade é livre para  você crer no que quiser”. Ele afirma ser a favor das diferenças de opinião, mas jamais será a favor da violência.

Assista:

 

Extraído do site Gospel Prime
http://noticias.gospelprime.com.br/silas-malafaia-menina-pedrada-candomble/

About The Author

Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Asé Omin Oiyn Ilè, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho - Miguel Couto - RJ. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Exerce o cargo de Diretor de Cultura e Comunicação da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. É proprietário da agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras. É editor responsável pelo jornal web Awùre – http://www.awure.jor.br – veículo que aglutina os momentos mais importantes da cultura e religiosidade afro-brasileira.

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