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Mara Maravilha fala sobre macumba contra Angélica e homofobia

A cantora também declarou que por enquanto não houve convite para ela voltar à TV

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Mara Maravilha decidiu abrir o jogo e falar sobre sua carreira e polêmicas que a envolveram em todos esses anos. A cantora participou do quadro “Elas Querem Saber”, no “Programa Raul Gil”, que vai ao ar neste sábado (18).

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Mara será sabatinada por Naty Graciano, Marcela Tavares, Ciça Camargo e Sheila Mello, a cantora conta detalhes sobre seu novo relacionamento, faz piada com os boatos de que fez macumba para Angélica e esclarece supostas discussões com Adriana Galisteu e Daniela Mercury.

Quando, questionada se o sucesso precoce afetou a formação de adulta, a deixando mal acostumada, Mara disse: “Não ache, tenha certeza. Eu fiquei pinel. Eu sou muito mal acostumada porque todo lugar que eu vou é assim, me paparicam”. Ela ainda comentou seu temperamento: “Eu não falo palavrão, mas se for para brigar eu brigo. Ou me amam ou me odeiam e eu gosto de ser assim”.

Sobre querer e pedir para ter um programa na televisão, a cantora declarou que enquanto o convite não chega ela se dedicará à internet. “Já quis, quero, pedi e peço. Mas hoje tem essa geração YouTube. Enquanto não me chamam, eu vou querer crescer nessa praia. Eu gostaria muito, mas Deus está no controle”.

Perguntada sobre seus relacionamentos, Mara disse que não é uma pessoa de traição. “Eu já posso ter fracassado em meus relacionamentos, mas eu prezo muito pela fidelidade, pois a bíblia não diz que o divórcio leva para o inferno, a bíblia diz que a traição leva. Eu não sou uma pessoa de traição”.

Quando o assunto é a polêmica sobre ter sido criticada como homofóbica, a artista dispara: “Eu não sou homofóbica. O que não me cabe, não me veste. Não me incomoda, eu não sou”.

 

Extraído da versão brasileira do portal de  notícias português Notícias ao Minuto
https://www.noticiasaominuto.com.br/fama/240271/mara-maravilha-fala-sobre-macumba-contra-angelica-e-homofobia

About The Author

Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Asé Omin Oiyn Ilè, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho - Miguel Couto - RJ. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Exerce o cargo de Diretor de Cultura e Comunicação da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. É proprietário da agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras. É editor responsável pelo jornal web Awùre – http://www.awure.jor.br – veículo que aglutina os momentos mais importantes da cultura e religiosidade afro-brasileira.

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