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Márcio de Jagun lança em abril, na UERJ, mais uma obra literária

09.03.2017 – 15:32

 

O livro “YORÙBÁ – VOCABULÁRIO TEMÁTICO DO CANDOMBLÉ”, escrito por Márcio de Jagun, será lançado no dia 07/04/17, na UERJ (Av. São Francisco Xavier, 524 – Portão 7), no Auditório do CEPUERJ, das 18hs às 21:30hs, graças a uma parceria entre a UERJ, o Instituto Orí e a Editora Litteris.

O projeto é organizado em 50 capítulos que separam as palavras por assuntos, com explicações filosóficas e teológicas do culto aos deuses africanos de etnia ioruba. Temas como ervas rituais, divindades, saudações, elementos da natureza, são tratados de forma didática, facilitando a pesquisa dos leitores.

A cosmovisão dos iorubas, assim como sua relação com a natureza, sua compreensão de Deus e do livre arbítrio, são trazidas em cerca de 1.400 páginas e mais de 10 mil verbetes, disponibilizados em Ioruba/Português e em Português/Ioruba. Este trabalho de pesquisa desenvolvido por aproximadamente de 3 anos, pretende fundamentar o requerimento feito junto ao IPHAN para inclusão do idioma ioruba no INDL (Índice Nacional de Diversidade Linguística) e ainda justificar, junto à UERJ, a criação da primeira faculdade brasileira de licenciatura em Português-Ioruba.

O livro ainda foi considerado como um importante elemento para compreensão da formação cultural brasileira, para o combate à intolerância religiosa e para implementação da Lei 10.639/03 (que trata do ensino da história, da cultura afro brasileira e africana nas escolas).

O autor, Márcio de Jagun é Bàbálórìṣà do Ilé Àṣẹ Àiyé Ọbalúwáiyé, advogado, professor, escritor, consultor do Programa de Estudos e Pesquisas das Religiões (PROEPER/UERJ), tendo ministrado diversos cursos sobre cultura, religiosidade e idioma ioruba no Centro de Produções da UERJ (CEPUERJ/UERJ). É conferencista, articulista e autor dos seguintes livros: Orí – a Cabeça como Divindade; Ewé – a Chave do Portal; e Candomblé: Casa de Santo, Casa da Gente.

No ano de 2000, começou a militar no combate à intolerância religiosa e contra o clientelismo religioso, atuação que mantém até hoje. Foi um dos fundadores da Associação Nacional de Mídia Afro – ANMA, no ano de 2013. Ainda em 2013, foi convidado para as discussões de elaboração do Plano Curricular de Ensino Afro-Religioso da Rede Municipal do Rio de Janeiro.

Contatos: editora Litteris: 2263-3141/ ori@ori.net.br

 

Fonte: release enviado por e-mail

About The Author

Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Asé Omin Oiyn Ilè, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho - Miguel Couto - RJ. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Exerce o cargo de Diretor de Cultura e Comunicação da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. É proprietário da agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras. É editor responsável pelo jornal web Awùre – http://www.awure.jor.br – veículo que aglutina os momentos mais importantes da cultura e religiosidade afro-brasileira.

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