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MEMÓRIA: Projeto mapeia terreiros de candomblé em Curitiba

 

Fotos, vídeos e texto sobre religiões de matriz africana serão apresentado nesta sexta-feira (22) no Memorial de Curitiba.

22/01/2016 | 10h55

 

Sandro Moser

ReproduçãoFoto de um dos locais de expressão da cultura afro-brasileira em Curitiba.
ReproduçãoFoto de um dos locais de expressão da cultura afro-brasileira em Curitiba.

Quem quiser conhecer melhor a história da identidade afro-brasileira, das religiões de matriz africana e seus locais da expressão em Curitiba precisava ver a exposição do projeto Lugares de Axé: inventário dos terreiros de candomblé de Curitiba e região metropolitana.

O conteúdo da pesquisa, com textos, fotos e vídeos, está disponível no site do projeto, que será lançado nesta sexta-feira (22), no Memorial de Curitiba.

O projeto fez um mapeamento referente aos espaços onde são realizadas as práticas religiosas afro-brasileiras na cidade de Curitiba (PR). A iniciativas são realizadas em parceria com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), a partir de experiências de identificação e salvaguarda desenvolvidas com terreiros das cidades de Salvador (BA), Belo Horizonte e Porto Alegre (RS).

Praça Tiradentes

Na ocasião, com a presença de representantes das casas inventariadas, será entregue ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) o pedido de registro dos Irôkos da Praça Tiradentes como patrimônio imaterial brasileiro que, caso aceito, entrará em processo para inscrição no Livro de Lugares, sendo inserido nas políticas de salvaguarda desenvolvidas pela instituição.

 

Extraído do site do Jornal Gazeta do Povo – Caderno G / Curitiba – PR
http://www.gazetadopovo.com.br/caderno-g/projeto-mapeia-terreiros-de-candomble-em-curitiba-39atiie9i4c29z44zlhu2dxio

About The Author

Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Asé Omin Oiyn Ilè, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho - Miguel Couto - RJ. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Exerce o cargo de Diretor de Cultura e Comunicação da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. É proprietário da agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras. É editor responsável pelo jornal web Awùre – http://www.awure.jor.br – veículo que aglutina os momentos mais importantes da cultura e religiosidade afro-brasileira.

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